‘Trabalhar juntos não é somente possível, mas é um imperativo’. A mensagem de Francisco para Bartolomeu

Bartolomeu esteve no Vaticano no mês de outubro, para uma série de encontros. (Foto: Vatican Media)

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01 Dezembro 2021

 

A exemplo dos irmãos Pedro e André, a esperança do Papa Francisco é que católicos e ortodoxos possam trabalhar cada vez mais em conjunto nas áreas em que não só é possível, mas também imperativo que o façam, como a educação, a caridade e respeito pelo meio ambiente.

 

A reportagem é publicada por Vatican News, 30-11-2021.

 

A oração do Papa Francisco se volta hoje à Igreja em Constantinopla, por ocasião da festa do Apóstolo André.

 

O primeiro chamado e irmão do Apóstolo Pedro é padroeiro do Patriarcado Ecumênico, guiado atualmente por Bartolomeu – o destinatário da mensagem do Pontífice.

 

Com efeito, é tradição entre as duas igrejas enviar uma delegação na festa dos dois irmãos. Assim, se encontra na Turquia o presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, cardeal Kurt Koch, que participa da Divina Liturgia programada na Igreja Patriarcal de São Jorge.

 

Em sua mensagem, Francisco manifestou sua alegria pela visita de Bartolomeu a Roma em outubro passado, quando não só puderam partilhar suas preocupações quanto ao presente e ao futuro do mundo, mas também expressar o compromisso comum acerca de questões de importância crucial para toda a família humana, incluindo o cuidado da criação, a educação das gerações futuras, o diálogo entre as diferentes tradições religiosas e a busca da paz.

 

Desta forma, prossegue o Papa, nós como Pastores, juntamente a as nossas Igrejas, reforçamos o vínculo profundo que já nos une.

 

Embora existam diferenças quanto a questões teológicas e eclesiológicas – que estão no centro do diálogo entre as duas Igrejas - , Francisco manifesta sua esperança de que católicos e ortodoxos possam trabalhar cada vez mais em conjunto nas áreas em que não só é possível, mas também imperativo que o façam.

 

“Amado irmão em Cristo”, conclui o Papa dirigindo-se a Bartolomeu, “no caminho para a plena comunhão entre as nossas Igrejas, somos sustentados pela intercessão dos santos irmãos Pedro e André, os nossos santos padroeiros. A unidade plena pela qual ansiamos é, naturalmente, um dom de Deus, através da graça do Espírito Santo. Que o nosso Senhor nos ajude a estar prontos para abraçar este dom através da oração, conversão interior e abertura à procura e oferta do perdão”.

 

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