Biden quadruplica o número de refugiados admitidos por Trump e os bispos o aplaudem

Joe Biden. | Foto: Gage Skidmore/Flickr

Mais Lidos

  • Conhecer Jesus. Artigo de Eduardo Hoornaert

    LER MAIS
  • Freira de 82 anos é morta em convento brasileiro

    LER MAIS
  • Para o pesquisador e membro do coletivo Aceleracionismo Amazônico, é necessário repensar radicalmente as possibilidades políticas tributárias de um paradigma prenhe de vícios modernos

    Pensar de modo abolicionista produz uma ética da generosidade. Entrevista especial com Bräulio Marques Rodrigues

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

07 Mai 2021

 

O limite de refugiados admitidos nos Estados Unidos passará de 15 mil para 62,5 mil neste ano, uma atualização que é “um passo na direção correta para ajudar aqueles que mais necessitam”, segundo a USCCB.

A reportagem é de Rubén Cruz, publicada por Vida Nueva Digital, 05-05-2021.

Joe Biden quadruplica o limite de admissão de refugiados imposto pelo governo Trump. Os Estados Unidos passarão dos 15 mil aos 62,5 mil neste 2021, segundo informou o segundo presidente católico da história do país. Uma decisão que fez o sempre questionado democrata receber aplausos dos bispos estadunidenses.

Este aumento vem precedido de uma crítica da Igreja e outras instituições pró direitos humanos pela manutenção do limite da era Trump, que o deixou em mínimos históricos. Biden reconheceu que é pouco provável que se consiga chegar a 62,5 mil neste ano – até abril apenas 2 mil foram recebidos –, não obstante, já trabalha para aumentar a cifra até 125 mil pessoas em 2022.

Segundo o presidente, a escassa cifra de 15 mil “não refletia os valores dos Estados Unidos como nação que apoia os refugiados”.

 

Graças ao presidente

Por sua vez, a União de Conferências Episcopais dos Estados Unidos (USCCB), por meio do presidente do Comitê de Migração, Mario E. Dorsonville, elogiou o presidente, pois atualizar este limite é “um passo na direção certa para ajudar aqueles que mais precisam”.

Em seu escrito, o também bispo auxiliar de Washington insistiu que “como uma nação de imigrantes”, os Estados Unidos têm “a obrigação moral de ajudar nossos irmãos e irmãs em todo o mundo”. Pois, “por décadas, lideramos os números de realocação de refugiados”, acrescentou.

Dorsonville concluiu sua carta lembrando que “a Igreja Católica ensina que cada pessoa é criada à imagem de Deus e deve ser valorizada, protegida e respeitada pela dignidade inerente que possui. É mais importante do que nunca que nosso país continue a liderar enquanto tratamos dessa emergência humanitária”.

Atualmente, de acordo com os dados da ACNUR, há 26 milhões de refugiados em todo o mundo e mais de 47 milhões de pessoas deslocadas internamente.

 

Leia mais