Do México ao Chile, a Igreja latino-americana lamenta os “injustos ataques do inimigo” ao Papa Francisco

Papa Francisco em encontro com o Comitê Diretivo do Conselho Episcopal Latino-Americano, em setembro de 2017, na Colômbia. Foto: L'Osservatore Romano

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

06 Setembro 2018

Do México ao Chile e mais além, praticamente a totalidade de bispos, sacerdotes e fieis católicos estão indignados pelos ataques ao Papa Francisco, e firmemente formam fila atrás dele.

A reportagem é publicada por Religión Digital, 04-09-2018. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.

Os últimos a mostrar seu rechaço às conspirações de Viganò e manifestar seu apoio a Bergoglio foram os bispos chilenos e hondurenhos, assim como o cardeal Carlos Aguiar Retes, o arcebispo do México, que ao receber o pálio das mãos do núncio, Franco Coppola, expressou sua “comunhão, fidelidade e solidariedade” com o pontífice argentino.

Assim, em uma carta a Francisco os integrantes da Conferência Episcopal Chilena lamentaram os injustos ataques que são resultado das imprudentes apreciações e injustas imputações de Viganò, o ex-núncio nos EUA que agora acusa o Papa de encobrimento do cardeal McCarrick, quais os meios de comunicação ultraconservadores têm dado uma problemática credibilidade.

O cardeal Aguiar também qualificou essas acusações contra Bergoglio de injustas, e recordou que todos os católicos tem o dever de “dar testemunho de unidade e comunhão eclesial” e de apoiar o ministério petrino, tal e como está personificado na pessoa do Papa Francisco.

Os bispos de Honduras também firmaram uma missiva para o Papa na qual lhe dão agradecimentos pelo seu “firme compromisso em favor dos mais pobres e desprotegidos”. Deus preservará a Igreja “de todo perigo e de todo tipo de ataque, como os que nesses tempos o inimigo derramou sobre o bispo de Roma e seu ministério”, prosseguem os prelados hondurenhos. Uma convicção que, não obstantes, não lhes impede de expressar sua “filial proximidade, nossa viva comunhão, solidariedade e obediência em tudo” o que o Papa testemunhou e ensinou nesses cinco anos na Cátedra de Pedro.

Leia mais