A Igreja evangélica alemã perdeu meio milhão de fiéis em 2023

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03 Mai 2024

  • Segundo dados preliminares que a organização tornou públicos em 31-12-2023, o EKD contava com 18.560.000 membros, menos 3,2% que no ano anterior.

  • A hemorragia de membros também afeta as finanças, já que através do imposto eclesial a EKD arrecadou um total de 5,9 bilhões de euros em 2023, equivalente a -5,3% que no ano anterior.

  • Kirsten Fehrs, presidente do conselho da EKD, sublinhou que é importante que a Igreja “reveja criticamente uma e outra vez” as suas ações e estruturas, também para enfrentar o flagelo da violência sexual dentro da instituição.

A reportagem é publicada por DR/EFE e reproduzida por Religión Digital, 02-05-2024. 

A Igreja Evangélica da Alemanha (EKD), organização mais importante do protestantismo alemão e que reúne cerca de vinte igrejas e denominações regionais protestantes luteranas, perdeu aproximadamente meio milhão de seguidores em 2023.

Segundo dados preliminares que a organização tornou públicos na quinta-feira, 31-12-2023, a EKD contava com 18.560.000 membros, menos 3,2% que no ano anterior.

Isso porque 380 mil pessoas deixaram a congregação e 340 mil fiéis morreram, enquanto foram contabilizados 140 mil batismos e 20 mil novos seguidores aderiram por outros meios.

A hemorragia de membros também afeta as finanças, já que através do imposto eclesiástico a EKD arrecadou um total de 5,9 bilhões de euros em 2023, um total de -5,3% que no ano anterior.

“Estamos nos tornando uma Igreja menor e mais pobre, devemos enfrentar esse fato”, declarou a atual presidente do conselho da EKD, a bispa Kirsten Fehrs , segundo um comunicado.

“Mas também com menos membros continua a ser nossa tarefa agir em favor do amor ao próximo, da humanidade e da difusão da fé cristã”, acrescentou.

A bispa sublinhou também ser importante que a Igreja “reveja criticamente uma e outra vez” as suas ações e estruturas, também para enfrentar o flagelo da violência sexual dentro da instituição.

A Igreja Católica alemã também informou em junho do ano passado que havia perdido mais de 500 mil fiéis em 12 meses, um recorde histórico, o que lhe confere, segundo os últimos dados disponíveis, 20,94 milhões de membros.

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