“Austericídio” de Milei fecha empresa pública de comunicação

Foto: Telám | Reprodução

Mais Lidos

  • Governo Trump retira US$ 11 mi de doações de instituições de caridade católicas após ataque a Leão XIV. Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • Procurador da República do MPF em Manaus explica irregularidades e disputas envolvidas no projeto da empresa canadense de fertilizantes, Brazil Potash, em terras indígenas na Amazônia

    Projeto Autazes: “Os Mura não aprovaram nada”. Entrevista especial com Fernando Merloto Soave

    LER MAIS
  • Para o sociólogo, o cenário eleitoral é moldado por um eleitorado exausto, onde o medo e o afeto superam os projetos de nação, enquanto a religiosidade redesenha o mapa do poder

    Brasil, um país suspenso entre a memória do caos e a paralisia das escolhas cansadas. Entrevista especial com Paulo Baía

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

05 Março 2024

A Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ) emitiu nota de solidariedade a colegas jornalistas argentinos que ficaram no olho da rua, impedidos por policiais de ingressarem no prédio sede da Agência Nacional de Notícias e Publicidade (Telam), fechada na segunda-feira, 4, por ordem do governo de extrema direita de Javier Milei.

A reportagem é de Edelberto Behs.

A Telam, fundada há quase 80 anos, empregava 700 trabalhadores e trabalhadoras. A empresa pública abastecia centenas de veículos locais, prestando serviços jornalísticos em texto, áudio, vídeo e fotografias. Ela era o principal órgão de comunicação público da Argentina. Milei dá andamento, assim, à política de “austericídio”, com índices jamais vistos de aumento de fome e pobreza.

“As lutas de nossa categoria se estendem por toda a América Latina e o restante do mundo. Resistir e derrotar a extrema direita é uma necessidade vital para que as e os jornalistas possam exercer seu trabalho com dignidade e direitos”, expressa a Fenaj na nota de solidariedade aos colegas do país vizinho.

Leia mais