Francisco abraça os jesuítas russos no meio da crise gerada pela guerra de Putin

Papa Francisco com os Jesuítas na Nunciatura Apostólica de Nur-Sultan. (Foto: Reprodução | Vatican News)

Mais Lidos

  • Conhecer Jesus. Artigo de Eduardo Hoornaert

    LER MAIS
  • Freira de 82 anos é morta em convento brasileiro

    LER MAIS
  • Para o pesquisador e membro do coletivo Aceleracionismo Amazônico, é necessário repensar radicalmente as possibilidades políticas tributárias de um paradigma prenhe de vícios modernos

    Pensar de modo abolicionista produz uma ética da generosidade. Entrevista especial com Bräulio Marques Rodrigues

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

15 Setembro 2022

 

Proximidade e ecumenismo. Estas foram as palavras-chave do encontro privado que o Papa realizou esta manhã com os membros da Companhia de Jesus na Nunciatura Apostólica de Nur-Sultan. Um momento fraterno marcado, como é habitual nas viagens internacionais, por uma grande franqueza.

 

A reportagem é de Gabriella Ceraso, publicada por Vaticano News, 15-09-2022.

 

Segundo o padre Antonio Spadaro, diretor de La Civilità Cattolica - a revista jesuíta que reúne todo o conteúdo da conversa -, o encontro durou cerca de uma hora e um quarto e começou antes mesmo das 9 horas locais, quando na Itália era 5:00, devido à chegada antecipada de Francisco.

 

Papa Francisco com os Jesuítas em Nur-Sultan. (Foto: Antonio Spadaro | Vatican News)

 

Estavam presentes 19 dos 25 irmãos de toda a Região Russa, que inclui Belarus, Rússia, Quirguistão e Tadjiquistão. O Cazaquistão não tem jesuítas. Padre Spadaro relatou um "encontro muito fraterno, descontraído e franco" no qual se discutiu o atual quadro geopolítico, sempre com um enfoque muito forte na dimensão pastoral.

 

O Papa esteve muito atento - acrescentou o padre Spadaro - às pequenas mas muito dinâmicas Igrejas, como as da região russa, recomendando os jesuítas, com clara referência à sua missão, em particular à "proximidade".

 

Também nesta ocasião - como em todos os encontros com os irmãos durante as viagens internacionais - o que marcou o momento foi a liberdade e franqueza com que cada um falou de si mesmo e como vê a situação política e eclesial, e onde imediatamente os sentimentos das pessoas também se levantaram, em direção ao Papa.

 

Papa Francisco com os Jesuítas em Nur-Sultan. (Foto: Antonio Spadaro | Vatican News)

 

Outra palavra-chave do encontro foi "ecumenismo", fundamental nesta região asiática onde os católicos ainda são minoria. A grande familiaridade com que o Papa se expressa e os jesuítas o recebem, nestas ocasiões, mesmo em tom de brincadeira, é mais um motivo para que o encontro dure ainda mais do que o esperado.

 

Leia mais