Exufobia também chega ao mercado futebolístico

Montagem: Alma Preta Jornalismo

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18 Agosto 2022

 

A Nike, empresa fornecedora do material esportivo da Seleção Brasileira de Futebol, não ofereceu a opção de personalizar as camisetas da Copa do Mundo Fifa 2022, a compradores/as, com nomes de entidades de religiões de matriz africana.

 

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista. 

 

Mas permitia a plotagem com o nome de Jesus ou Cristo. Também o uso de Maomé estava vetado, enquanto era possível personalizar as camisetas com Javé, Jeová, santos católicos e outras entidades cristãs.

 

O tema entrou na pauta do podcast “Com Todo Respeito”, que tentou inserir nomes de entidades de religiões de matriz afro no site da marca e recebia como resposta “personalização indisponível”.

 

Depois da repercussão negativa nas redes sociais, criticando a empresa por preconceito às religiões de matriz afro, ela emitiu nota explicando: “A Nike, como descrito na própria página, não permite customizações com palavras que possam conter qualquer cunho religioso, político, racista ou mesmo palavrões. A falha no sistema que permitiu a customização de algumas palavras de cunho religioso está sendo corrigida”.

 

Em texto para o UOL, a colunista Milly Lacombe escreveu que “proibir Exu nas costas da camisa da seleção é dar mãos às mais nocivas forças desse Brasil institucional, branco, masculino, heterossexual e oligárquico que nos afunda há 500 anos”. Mais adiante, afirmou: “tirar Exu do jogo é compactuar com todas as forças que nos trouxeram ao bolsonarismo”.

 

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