Quem descumpre medidas preventivas é responsável por crise econômica e social, dizem entidades de saúde

Foto: Heudes Regis/SEI (Fotos Públicas)

Mais Lidos

  • “Permitir a instalação de um empreendimento com essa magnitude de demanda sem uma avaliação climática rigorosa significa aprofundar a vulnerabilidade territorial já existente”, afirma a advogada popular

    Data centers no RS e as consequências de sua implementação. Entrevista especial com Marina Dermmam

    LER MAIS
  • Inteligência Artificial e o empobrecimento da Igreja como centro de dados. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS
  • Companhias aéreas europeias começam a cortar voos devido à guerra no Irã: Lufthansa anuncia 20 mil cancelamentos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

09 Março 2021

Em meio aos recordes de mortes diárias por covid-19 e à lotação de hospitais públicos e privados, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e Associação Médica Brasileira (AMB) divulgaram uma nota reforçando a importância da adoção das medidas de combate à pandemia, até mesmo as mais drásticas como o lockdown.

 

A reportagem é de Thaís Rodrigues, publicada por Congresso em Foco, 08-03-2021.

 

Para as organizações, os cidadãos que se negam a praticar as medidas preventivas, "tais como uso de máscara, higienização das mãos, distanciamento físico, permanecer em isolamento quando acometidos pela doença e não participar de aglomerações são os grandes responsáveis pelas graves consequências sociais e econômicas que assola o nosso país de maneira contundente".

O documento cita que está explícito que o vírus é transmitido principalmente por gotículas respiratórias, de pessoa para pessoa. Dessa forma, "medidas restritivas de distanciamento social são indicadas para conter a velocidade de propagação do vírus".

No entanto, as organizações de saúde são categóricas em dizer que as medidas devem ser proporcionais à realidade epidemiológica de cada local, podendo chegar ao lockdown, "quanto mais grave é a carência de leitos hospitalares e a propagação do vírus na comunidade". Infelizmente, o colapso do sistema de saúde já é uma realidade em diversas cidades do país, o que justifica o confinamento mais severo.

As entidades lembram que o lockdown é uma medida extrema que deve ser efetuado somente em algumas situações críticas, "mas de efetividade científica comprovada quando não há outras formas capazes de controlar a transmissão comunitária e reduzir rapidamente o número de novos casos e de óbitos".

Leia o documento na íntegra.

 

Leia mais