Candidatos não registram propostas para o mínimo

Foto: Agência Brasil

Mais Lidos

  • Trump enfrenta uma guerra mais longa do que o esperado no Irã, com problemas no fornecimento de munição e armas

    LER MAIS
  • “É fundamental não olharmos apenas para os casos que chocam pela brutalidade, mas também para as violências cotidianas que atingem mulheres e meninas, que muitas vezes são naturalizadas e invisibilizadas”, adverte a assistente social

    Combate à violência contra as mulheres: “Essa luta ainda é urgente”. Entrevista especial com Cristiani Gentil Ricordi

    LER MAIS
  • Operação Epstein: a guerra de Trump contra o Irã marca o fim do MAGA

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

24 Setembro 2018

Os cinco candidatos mais bem posicionados na pesquisa não mencionam nas propostas que registraram no TSE suas políticas para reajuste do salário mínimo. Jair Bolsonaro (PSL), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) ignoram o tema. Fernando Haddad (PT) reservou apenas um parágrafo na sua proposta. A lei que estabelece o aumento do mínimo com base na inflação e no crescimento do PIB perde a validade em 1.º de janeiro. Assim, o próximo presidente poderá escolher se e como reeditará essa política.

A informação é publicada por Coluna do Estadão, O Estado de S. Paulo, 24-09-2018.

Procurado pela Coluna, a campanha de Alckmin diz que o salário mínimo será prioridade do seu governo, mas não detalhou a proposta. Ciro também não especificou. Diz que deve anunciar a sua ideia na reta final da campanha.

Haddad registrou no TSE que manterá a atual política para o mínimo, acrescentando que garantirá aumento real mesmo quando não houver crescimento do PIB. Só não explica como. A campanha de Bolsonaro não respondeu.

Marina Silva defende o reajuste anual pela inflação e ganho real só quando o Brasil voltar a ter superávit primário.

Leia mais