Os homens do estado implicados no assassinato de Marielle Franco, informa o jornal do Vaticano

Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil/ Fotos Públicas

Mais Lidos

  • De Rerum Novarum a Leão XIV: não era o vapor, mas a ética; não são os dados, mas a dignidade. O que vale não é mensurável. Artigo de Paolo Benanti

    LER MAIS
  • Juventude e novas direitas, para além dos estereótipos e dos extremos. Entrevista com Beatriz Besen

    LER MAIS
  • Deus Trindade: circularidade-encontro-amor. Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

10 Agosto 2018

A investigação sobre a morte de Marielle Franco, vereadora municipal do Rio de Janeiro assassinada em 14 de março passado, prossegue lentamente, porque no homicídio estão envolvidos "homens do estado". A declaração foi do ministro brasileiro da segurança, Raul Jungmann. Questionado sobre a demora nas investigações sobre a morte de Marielle, ativista e radicalmente contrária ao uso do exército para combater a criminalidade na cidade, Jungmann disse que "é um caso muito complexo. O que posso dizer é que nesse homicídio estão implicados tanto setores de órgãos do estado quanto organismos de representação política".

A informação é publicada por L'Osservatore Romano, 9/10-08-2018. A tradução é de Luisa Rabolini.

Jungmann não revelou nomes dos suspeitos responsáveis pela morte de Marielle, nem confirmou que um ex-policial e ex-bombeiro preso na semana passada foram os autores do assassinato.

De acordo com a mídia local um vereador do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) e um ex-policial que faz parte de uma milícia paramilitar poderiam ter sido os mandantes.

Leia mais