Assembleia Mundial das Comunidades de Vida Cristã: ser contemplativos na ação

Detalhe do ambiente da XVII Assembleia Mundial das Comunidades de Vida Cristã (CVX). Foto: XVII Assemblée Mondiale CVX - CLC

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31 Julho 2018

De domingo a terça-feira, 22 a 31 de julho, representantes de 70 países reúnem-se em Buenos Aires para a Assembleia Mundial das Comunidades de Vida Cristã (CVX).

A reportagem é da Agência Fides, 28-07-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Seguindo o espírito inaciano, vivo nas Comunidades de Vida Cristã, o Papa Francisco, em uma mensagem enviada ao presidente do Conselho Executivo Mundial da CVX, Mauricio López, convidou a todos a se unirem na contemplação e na ação.

O Santo Padre ressaltou que “podemos entrar no coração de Deus somente através das feridas de Cristo” e agradeceu aos presentes “pela dedicação e amor à Igreja e aos irmãos”, além de encorajar a todos a “continuar tornando Cristo presente nos respectivos ambientes, dando um significado apostólico a todas as atividades que são empreendidas”.

Por sua parte, dirigindo-se aos 250 participantes, Mauricio López insistiu nessa mesma linha, afirmando que “o centro da nossa identidade e a fonte da nossa vocação no mundo está na contemplação da encarnação”, que, assim, torna possível uma colaboração com Cristo “na redenção da nossa humanidade”.

López definiu a missão da CVX como um meio para “tentar que as pessoas eliminem as inclinações desordenadas para buscar e encontrar a vontade divina nas suas vidas”, tendo como fim “o conhecimento interior de nosso Senhor Jesus e do seu projeto, amá-lo mais, servi-lo melhor e segui-lo no seu caminho que vai ao encontro de quem é excluído”.

O presidente das Comunidades de Vida Cristã falou sobre aquilo que definiu como “quatro tripés que podem nos ajudar a responder ao chamado de ser um dom para a Igreja e para o mundo”. López também insistiu na necessidade de ser testemunhas da presença de Cristo em tantas pessoas que assumem os valores do Reino dessa espiritualidade.

Segundo ele, tudo isso será possível na medida em que “consigamos abandonar as nossas expectativas predominantemente racionais e os nossos preconceitos, para deixar que o mistério de Deus defina o ritmo”.

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