Afeganistão, Benigni: “As crianças jogadas por cima do arame farpado têm o rosto de Cristo, são o nosso coração”

Foto: Religión Digital

Mais Lidos

  • Observando em perspectiva crítica, o que está em jogo no aceleracionismo é quem define o ritmo das questões sociais, políticas e ambientais

    Aceleracionismo: a questão central do poder é a disputa de ritmos. Entrevista especial com Matheus Castelo Branco Dias

    LER MAIS
  • Em decisão histórica, Senado rejeita nome de Messias ao STF

    LER MAIS
  • Entre a soberania, o neoextrativismo e as eleições 2026: o impasse do Brasil na geopolítica das terras raras. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

30 Agosto 2021

 

“Narrei o Holocausto com ironia porque aquela era ficção mediada pela arte, enquanto as imagens que vêm do Afeganistão são a trágica realidade que ainda não pode ser tratada com ironia”.

A informação é publicada por La Repubblica, 29-08-2021. A tradução é de Luisa Rabolini.

 


Um bebê sendo entregue a um soldado estadunidense no aeroporto de Cabul. Foto: Reprodução Religión Digital

 

Roberto Benigni disse isto ontem à noite em Viareggio (Lucca), onde recebeu o prêmio especial Cidade de Viareggio. Benigni retomou as palavras de Edith Bruck, premiada pelo "Il pane perduto": "Vivemos num mundo de refugiados". E acrescentou: "Edith está certa e meu coração é um refugiado ao ver mães jogando seus filhos por cima do arame farpado. Aqueles são todos os rostos de Cristo e só podemos ajudar aquelas pessoas. Não há outra coisa a fazer".

 

 

Leia mais