Em uma década, Brasil teve ao menos 2 mil mortes de crianças de até 4 anos por agressão

Foto: Pixabay

Mais Lidos

  • O Papa descreve o Concílio Vaticano II como a "estrela polar do caminho da Igreja" e apela ao progresso na "reforma eclesial"

    LER MAIS
  • Papa Leão XIV: Um golpe nos poderosos

    LER MAIS
  • “A memória sem cérebro desafia a associação quase automática entre memória e sistema nervoso central”, exemplifica o pesquisador

    Os mistérios mais atraentes da neurobiologia vegetal são os que questionam as categorias do pensamento moderno. Entrevista especial com Guilherme Soares

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

14 Abril 2021

 

A morte de Henry Borel, de 4 anos, por espancamento não é um caso isolado de violência doméstica. Segundo levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), ao menos 2.083 crianças até essa idade foram mortas por agressão no Brasil, de janeiro de 2010 a agosto de 2020. Para cada caso de óbito registrado dessa forma, especialistas estimam haver outros 20 subnotificados.

A reportagem é de Roberta Jansen, publicada por O Estado de S. Paulo, 14-04-2021.

Os dados de mortalidade de 2020 ainda são preliminares e não foram consolidados até o fim do ano. Mas os especialistas acreditam que o isolamento social adotado na pandemia expôs as crianças a mais violência doméstica. Em consequência, dizem, aumentaram os casos letais. O problema deve se repetir neste ano. Segundo a SBP, os autores de 80% das agressões são os pais ou responsáveis, e elas acontecem dentro de casa.

A íntegra da reportagem pode ser lida aqui.

 

Leia mais