Cardeal Parolin: “Não houve nenhuma convocação do cardeal Pell por parte do papa”

George Pell. | Foto: CNS photo/James Ross

Mais Lidos

  • Professor e coordenador do curso de Relações Internacionais da UFRR, Glauber Cardoso Carvalho analisa a disputa por minerais críticos, a presença dos EUA na Venezuela e a atuação no Brasil em conflitos geopolíticos

    Minerais críticos são ‘uma nova fronteira de tensão’ para geopolítica. Entrevista com Glauber Carvalho

    LER MAIS
  • Governo de MG reduz em 96% verbas para prevenção a impactos das chuvas

    LER MAIS
  • Riscos geológicos em Juiz de Fora. Artigo de Heraldo Campos

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

02 Outubro 2020

“Não houve nenhuma convocação do cardeal Pell por parte do papa.” Foi assim que o cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, respondeu às perguntas dos jornalistas, durante a apresentação do livro do Pe. Enzo Fortunato, “La tunica e la tonaca” [A túnica e a batina], a respeito da chegada em Roma do ex-prefeito da Economia após a eclosão do caso Becciu.

A reportagem é publicada por Servizio Informazione Religiosa (SIR), 01-10-2020. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

“Não há nenhuma coincidência entre as duas coisas”, especificou o cardeal: “O cardeal Pell tinha que vir para Roma para encerrar a sua permanência aqui. Ele tinha partido e ainda tinha o apartamento”.

Parolin, questionado pelos jornalistas, disse ter ouvido falar do cardeal Becciu. “Acho que não devo fazer comentários”, acrescentou.

 

Leia mais