“O consumismo ameaça tornar a Terra uma enorme pilha de escombros e deserto”, adverte Francisco

Foto: Religión Digital

Mais Lidos

  • OpenAI: a história do ataque hacker descontrolado à IA também preocupa a China

    LER MAIS
  • Como o Imposto de Renda favorece altas rendas e penaliza trabalhadores

    LER MAIS
  • Pesquisadoras explicam dinâmica hidrológica da Bacia do Taquari-Antas, destacam as Zonas de Arraste geradas pela força das águas e refletem sobre o desafios para tornar as cidades mais resilientes

    Inundações no RS: adaptação climática precisa se consolidar como princípio estruturante das políticas urbanas. Entrevista especial com Izabele Colusso e Sofia Royer Moraes

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

07 Julho 2018

“Há um perigo real de que deixemos às gerações futuras apenas escombros, desertos e lixo”. O Papa adotou um tom apocalíptico com os participantes na conferência realizada no Vaticano para comemorar o terceiro aniversário da encíclica Laudato Si’.

A reportagem é de Jesús Bastante, publicada por Religión Digital, 06-07-2018. A tradução é do Cepat.

Em suas palavras, Francisco exortou os governos de todo o mundo a cumprir seus compromissos para frear a mudança climática, pois caso continue “o crescente consumismo”, podemos “tornar a Terra uma enorme pilha de escombros, desertos e lixo”. Frente a isso, é preciso uma “ação coordenada e integral”.

Bergoglio exortou os governantes a honrar os acordos contemplados no pacto de Paris, insistindo em que instituições como o Fundo Monetário Internacional e o Banco Mundial “têm um papel importante” para animar “reformas efetivas para um desenvolvimento mais inclusivo e sustentável”.

“Necessita-se uma mudança de paradigma financeiro para promover o desenvolvimento humano integral”, destacou o Pontífice, reivindicando que “as [...] finanças voltem a ser um instrumento destinado à melhor produção de riqueza e desenvolvimento”.

“Todos os governos devem se esforçar para cumprir os compromissos assumidos em Paris para evitar as piores consequências da crise climática”, concluiu Francisco, que destacou que “a redução dos gases do efeito estufa requer honestidade, coragem e responsabilidade, especialmente dos países mais poderosos e poluidores. Não podemos nos dar ao luxo de perder o tempo neste processo.

Leia mais