500 anos da Reforma. Principal bispo luterano ao Papa Francisco: ''Irmão em Cristo, obrigado''

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

01 Novembro 2017

Com uma celebração que começou às 15h na igreja de Wittenberg, conclui-se solenemente o ano da Reforma na Alemanha. “E agora estamos aqui sentados, 500 anos depois, em um país que está em luta consigo mesmo, um país que nunca foi tão abençoado, um país que mostrou uma impressionante quantidade de empatia. Um país que fez muitos esforços, incluindo esforços morais e, ao mesmo tempo, um país em que algumas pessoas se sentem moralmente esmagadas”, disse o presidente do Conselho da Igreja Evangélica Alemã, o bispo Heinrich Bedford-Strohm, diante do presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier, da chanceler alemã, Angela Merkel, do presidente do Bundestag, Wolfgang Schäuble, assim como de inúmeros outros convidados do mundo político e ecumênico, e de centenas de fiéis.

A reportagem é do Servizio Informazione Religiosa (SIR), 31-10-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

A Alemanha é “um país onde as pessoas têm medo de perder o seu mundo familiar, o seu senso de segurança”, mas também onde “as pessoas querem se sentir em casa. É um país que, por todas estas razões, precisa urgentemente da mensagem da Reforma da justificação somente pela fé!”

No sermão, o bispo luterano agradeceu ao cardeal Reinhard Marx, presidente dos bispos alemães, pela “coragem e apoio fraterno” neste ano especial e lançou uma mensagem ao Papa Francisco: “Irmão em Cristo, agradecemos a Deus pelo teu testemunho de amor e misericórdia, que, para nós, protestantes, também significa testemunho de Cristo. Agradecemos-te pelos teus sinais de reconciliação entre as Igrejas. E se, um dia, quiseres vir aqui para Wittenberg ficaremos alegres em te acolher, meio milênio depois que Lutero queimou a bula papal da excomunhão”.

Porque, concluiu Bedford-Strohm, “queremos seguir em frente corajosamente. Cremos que o Espírito nos ajudará na nossa fraqueza!”.

Leia mais