A França diz não ao glifosato: proibição sai até 2022

Foto: Reprodução | Twitter

Mais Lidos

  • "Um certo tipo de tranquilidade está chegando ao fim." O Consistório e a teologia numa perspectiva conciliar. Artigo de Andrea Grillo

    LER MAIS
  • “O ataque testa limites de tolerância interna e externa a uma gramática de exceção que pode ser replicada em outros cenários”, adverte o professor

    A Doutrina Donroe e o sequestro de Maduro: a exceção como método de governo no “Hemisfério Ocidental”. Entrevista especial com Armando Alvares Garcia Junior

    LER MAIS
  • Dez teses sobre a nova era. Artigo de Steven Forti

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

27 Setembro 2017

A França diz basta ao glifosato. O primeiro-ministro Edouard Philippe decidiu que o herbicida será completamente "proibido na França" até "o fim do mandato" do Presidente Emmanuel Macron, ou seja, 2022. A proibição irá abranger todos os tipos de uso, incluindo a agricultura, anunciou hoje o porta-voz do governo, Christophe Castaner, entrevistado pela BFM-TV. Apesar da hostilidade de numerosos agricultores transalpinos, Paris decidiu se opor à renovação pela União Europeia da licença EU para o glifosato, que expira no final de 2017. Em 5 de outubro, Bruxelas vai se pronunciar sobre a prorrogação.

A informação é publicada por Repubblica, 25-09-2017. A tradução é de Luisa Rabolini.

O glifosato é o princípio ativo de Roundup, o herbicida mais vendido e fabricado pela multinacional Monsanto. Apesar da proposta da Comissão Europeia para estender por mais 10 anos a licença comercial do produto, a França se opõe e promete fechar o comércio de glifosato e outros produtos similares que, recordou Christophe Castaner, representam "um risco para a saúde pública". Para alcançar esse resultado, serão investidos 5 bilhões de euros para o desenvolvimento de produtos alternativos.

Quanto aos usos não agrícolas, o glifosato em áreas abertas ao público "já foi proibido na França a partir de 1º. de janeiro de 2017" pelas autoridades locais, enquanto para o uso privado será proibido a partir de 1º janeiro de 2019. Até agora, além de França, apenas a Suécia se pronunciou contra o uso do herbicida.

Leia mais