Direitos iguais para homens e mulheres não podem esperar

(Foto: Lindsey LaMont | Unsplash)

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27 Janeiro 2023

Ao comemorar o Dia Internacional das Mulheres no Multilateralismo, no dia 25 de janeiro, a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) vai focar a luta, este ano, contra o discurso de ódio, com ênfase particular no problema do assédio e da violência contra as mulheres no ambiente digital.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

O assunto é urgente, frisou a diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, para a ONU News. Pesquisa da entidade mostrou que 73% das mulheres jornalistas, um dos grupos profissionais mais afetados, relataram ter sofrido violência online no trabalho.

Com esse Dia Internacional a Unesco quer enfatizar o papel essencial que mulheres desempenham na promoção dos direitos humanos, da paz e do desenvolvimento sustentável.

Outro propósito é combater as desigualdades de gênero em sua raiz e quebrar estereótipos arraigados no tecido social. No ritmo atual, registrou o Fórum Econômico Mundial, levaria mais de 130 anos para mulheres alcançarem a paridade com homens na sociedade. “Direitos iguais não podem esperar”, defendeu Azoulay.

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