Direitos iguais para homens e mulheres não podem esperar

(Foto: Lindsey LaMont | Unsplash)

Mais Lidos

  • Leão XIV proclama o segredo mais bem guardado da Igreja Católica em ‘Magnifica Humanitas’. Artigo de Thomas Reese

    LER MAIS
  • ​Prevenção da violência, enfrentamento da criminalidade e recuperação de jovens em conflito com a lei dependem de políticas que ultrapassem o punitivismo penal, defende o advogado

    Redução da maioridade penal e a lógica punitivista: “A segurança pública não será alcançada apenas por meio do aumento da punição”. Entrevista especial com Alexander Rodrigues de Castro

    LER MAIS
  • Lefebvrianos, a Santa Sé formaliza o cisma: "As portas se abrem para os fiéis que não aderirem"

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

27 Janeiro 2023

Ao comemorar o Dia Internacional das Mulheres no Multilateralismo, no dia 25 de janeiro, a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) vai focar a luta, este ano, contra o discurso de ódio, com ênfase particular no problema do assédio e da violência contra as mulheres no ambiente digital.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

O assunto é urgente, frisou a diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, para a ONU News. Pesquisa da entidade mostrou que 73% das mulheres jornalistas, um dos grupos profissionais mais afetados, relataram ter sofrido violência online no trabalho.

Com esse Dia Internacional a Unesco quer enfatizar o papel essencial que mulheres desempenham na promoção dos direitos humanos, da paz e do desenvolvimento sustentável.

Outro propósito é combater as desigualdades de gênero em sua raiz e quebrar estereótipos arraigados no tecido social. No ritmo atual, registrou o Fórum Econômico Mundial, levaria mais de 130 anos para mulheres alcançarem a paridade com homens na sociedade. “Direitos iguais não podem esperar”, defendeu Azoulay.

Leia mais