Grech: as cartas ao Caminho Sinodal… delações, não críticas

Cardeal Mario Grech. (Foto: Diocese of Gozo | Wikimedia Commons)

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31 Agosto 2022

O secretário geral do Sínodo dos Bispos, Cardeal Mario Grech, considera as cartas abertas sobre o Caminho Sinodal da Igreja alemã como uma “delação pública”.

A reportagem é publicada por Katholisch.de e reproduzida por Settimana News, 30-08-2022. A tradução é de Luisa Rabolini.

Em uma entrevista, publicada na edição temática do Herder Korrespondenz, destacou que a correção fraterna e o diálogo são algo positivo.

No entanto, ele discorda do método usado pelos críticos em relação ao Caminho Sinodal. "Não serve a nada. Só polariza ainda mais”- disse o cardeal.

Mesmo não comentando o conteúdo das cartas das Conferências Episcopais Polonesa e Nórdica, Grech disse ter a impressão de que certos temas discutidos na Alemanha também estivessem sendo discutidos em outros partes e Igrejas locais.

Na entrevista, o chefe do escritório sinodal também falou sobre a organização do processo sinodal mundial. O feedback da fase diocesana será avaliado por um círculo de especialistas muito mais amplo do que o habitual. Até agora, era costume que a preparação de um documento de trabalho sinodal fosse confiada a um ou dois teólogos.

Em vez disso, Grech reunirá um grupo de 24 a 30 especialistas que prepararão um primeiro esboço do documento de trabalho em um retiro de duas semanas. “Será uma experiência sinodal e espiritual”, explicou o cardeal. Os homens e mulheres que fazem parte deste grupo vêm "de todo o mundo e de diferentes áreas", e em sua maioria já estão envolvidos no processo sinodal.

Segundo o cardeal, atualmente 14 pessoas trabalham na Secretaria do Sínodo. Além disso, foram criadas quatro comissões que tratam de questões teológicas, espirituais, metodológicas e comunicativas, nas quais trabalham um total de 70 a 80 pessoas. Com o fim da primeira fase do processo sinodal mundial, mais de 100 das 114 Conferências Episcopais enviaram seus resultados. O documento de trabalho elaborado nesta base será apresentado daqui a dois meses para ser discutido posteriormente em sete assembleias episcopais continentais.

As assembleias da África, Oceania, Ásia, Oriente Médio, Europa, América Latina e Estados Unidos/Canadá devem preparar seus documentos até março de 2023, que serão incorporados a um segundo documento de trabalho para a Assembleia Sinodal dos Bispos em Roma em outubro de 2023

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