Um Consistório pensado e elaborado na cadeira de rodas

Foto: Vatican Media

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31 Mai 2022

 

Sobre o sentido, sobre as orientações, sobre a perspectiva, sobre as antecipações geoeclesiais de um Consistório, é possível escrever milhares de textos, todos interessantes e úteis. É o mesmo acontece com a história agora empoeirada e enferrujada dos papáveis. Tudo cozido e recozido. Este último Consistório, o oitavo até agora, que o Papa Francisco anunciou ontem talvez seja menos legível, tanto para as personalidades escolhidas, pela questão territorial (diocese), quanto para sua relevância na Igreja universal. Às vezes, chama muito mais a atenção a lista de pessoas que ficaram de fora (D. R.P. Gallagher, por exemplo) ou as dioceses importantes sem um metropolita cardeal (Milão, Paris e outras).

 

A informação é publicada por Il Sismografo, 30-05-2022. A tradução é de Luisa Rabolini.

 

Os Cardeais são uma faculdade única e exclusiva do Sucessor de Pedro e as suas escolhas são inquestionáveis. Tudo bem. Enquanto isso, lemos as ladainhas testadas e desgastadas sobre as "escolhas clarividentes", "proféticas", "revolucionárias", "impensáveis há alguns anos", "corajosas" e assim por diante.

 

Queremos fazer apenas um comentário que nos parece necessário: para nós este Consistório, pelo que lemos e sabemos, parece ser o último do pontificado, pensado para dar cobertura aos próximos 18 meses e, portanto, muito sério e responsável. O Papa Francisco quis reiterar que está ciente dos desafios que se aproximam para a Igreja e que é um zeloso guardião do leme do barco.

 

É claro que ele deseja estabelecer um Colégio cardinalício pronto para enfrentar a Sede vacante.

 

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