Ex-presidente do Banco Central diz que a alta no índice de crimes ambientais traz enorme risco ao agronegócio

Foto: Walbron Siqueira | Flickr

Mais Lidos

  • Aumento dos diagnósticos psiquiátricos na infância, sustentado por fragilidades epistemológicas e pela lógica da detecção precoce, contribui para a medicalização da vida e a redefinição de experiências comuns como patologias

    A infância como problema. Patologização e psiquiatrização de crianças e adolescentes. Entrevista especial com Sandra Caponi

    LER MAIS
  • A visita de Rubio ao Papa foi marcada por sorrisos e desentendimentos: confrontos sobre Cuba e Irã

    LER MAIS
  • Leão XIV: o primeiro ano de um papa centrista. Artigo de Ignacio Peyró

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

24 Setembro 2020

Para Arminio o país “tem merecido uma imagem bastante negativa na cena internacional”.

A reportagem é publicada por Portal Amazônia, 22-09-2020. 

O ex-presidente do Banco Central e sócio fundador da Gávea Investimentos, Arminio Fraga, afirmou nesta terça-feira (22) que o desmatamento reduz o interesse de outros países investirem no Brasil, ele ainda acrescenta que o país “tem merecido uma imagem bastante negativa na cena internacional” em relação as políticas ambientais.

Segundo o economista a negligência no combate as queimadas “prejudica cada vez mais o acesso a mercados para nossos produtos”. Ele cita também que os altos índices de crimes ambientais traz “enorme risco para o ecossistema do agronegócio, nosso setor mais bem sucedido, e para a oferta de energia”.

O discurso de Armani foi realizado no segundo dia da audiência pública para discutir a gestão do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima — o Fundo Clima. “Na Amazônia, hoje nos aproximamos de um ponto a partir do qual a degradação se torna irreversível. A persistir o aumento da temperatura do planeta, as consequências serão devastadoras.”

Leia mais