Polônia. Novas investigações vaticanas revelam ocultação de abuso sexual por parte de mais um bispo

Foto: Pixabay

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • O Pentágono ameaçou o embaixador do Papa Leão XIV com o Papado de Avignon

    LER MAIS
  • Para o professor e pesquisador da UFPA, reterritorializar o debate sobre o acelaracionismo em termos amazônidas inaugura um amplo espectro de questões incontornáveis de nosso tempo

    Como pensar o aceleracionismo em um mundo que já acabou? Entrevista especial com Ricardo Evandro Martins

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

10 Julho 2020

Depois do caso do bispo Edward Janiak, na Polônia, o Vaticano também investiga há semana o bispo emérito de Bielsko-Zywiec, Dom Tadeusz Rakoczy, 82 anos (nascido em 30 de março de 1938, em Gilowicach) por ocultação de abusos sexuais e outras negligências. No passado, Dom Rakoczy foi por mais de 20 anos ordinário da diocese situada nos arredores das fronteiras com a Eslováquia e a República Tcheca.

A nota é publicada por Il Sismografo, 06-07-2020. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

De acordo com os relatos da imprensa local, o bispo se encontrou naqueles anos por nada menos do que duas vezes com um homem, adulto, que denunciou ter sido abusado quando era coroinha por um sacerdote conhecido pelo prelado diocesano.

Segundo o denunciante (cujo nome não foi publicado pela imprensa), Dom Rakoczy, após essas denúncias, não teria feito nada e, posteriormente, tomou conhecimento de um terceiro abuso por parte do mesmo sacerdote contra outro menino.

O jornal Gazeta Wyborcza, nos últimos dias, escreveu sobre o caso, dizendo que somente com a chegada do sucessor de Dom Rakoczy, ou seja, Dom Roman Pindel, é que foi possível intervir, como já indicavam as primeiras normas da Santa Sé, de 2001, para enfrentar situações semelhantes.

A investigação vaticana teria sido conduzida em Cracóvia pelo arcebispo metropolitano Marek Jędraszewski.

 

Leia mais