“A demarcação que eu puder rever, eu vou rever”, afirma Bolsonaro

Jair Bolsonaro | Foto: Agência Brasil

Mais Lidos

  • Guerra contra o Irã: o “início do fim do governo” de Trump

    LER MAIS
  • Regret Nothing: a fotografia de um masculinismo capturado. Artigo de Jacqueline Muniz

    LER MAIS
  • Ao transformar a Palestina em um experimento de aniquilação sem consequências, EUA e Israel desenham o futuro da realidade: um mundo onde a força bruta substitui as leis e a sobrevivência humana está sob risco absoluto, salienta o jornalista

    Gaza: o laboratório da barbárie do Ocidente em queda aponta para o futuro da humanidade. Entrevista especial com Raúl Zibechi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

10 Abril 2019

Durante a campanha eleitoral, Jair Bolsonaro prometeu que não iria demarcar mais nenhum centímetro de terras para indígenas. Ontem, em entrevista à Jovem Pan, foi mais longe: "A demarcação que eu puder rever, eu vou rever", garantiu. E ainda lembrou: "Quando estive agora com Trump, conversei com ele que quero abrir para ele explorar a região amazônica em parceria. Como está, nós vamos perder a Amazônia, aquela área é vital para o mundo".

O presidente acha que existe uma "indústria da demarcação" de terras indígenas, e que isso "inviabiliza qualquer projeto na Amazônia". Insinuou que as demarcações são definidas por "laudos suspeitos", relatando que já ouviu queixas de fazendeiros sobre isso. Ele também reclamou do tamanho da área destinada a indígenas no país. Quer que indígenas e quilombolas possam "vender ou explorar suas terras como quiserem".

Leia mais