Violência e vingança. Artigo de Enrico Peyrett

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu (à direita) com o ministro da Defesa, Yoav Galant. (Foto: Amos Ben Gershom)

Mais Lidos

  • "Um leigo pode liderar a paróquia", propõe Jordi Bertomeu, representante do Dicastério para a Doutrina da Fé

    LER MAIS
  • Eleições no Brasil estão na órbita dos interesses geopolíticos dos EUA para tentar consolidar sua influência no continente sul-americano em favor das próprias investidas contra a soberania brasileira e regional

    Brasil na mira do intervencionismo trumpista. Entrevista especial com Patricia Mechi

    LER MAIS
  • Não a mais um ano de guerra na Ucrânia para 'colocar a Rússia de joelhos': Putin já perdeu. Artigo de Marco Politi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

23 Mai 2024

"A defesa contra agressões deve ser exercida pela comunidade internacional com o critério da redução máxima da violência, e da rápida transição para a negociação e a mediação assistida, para uma paz justa e estável, na igualdade de direitos dos povos e dos indivíduos", escreve Enrico Peyretti, teólogo, ativista italiano, padre casado e ex-presidente da Federação Universitária Católica Italiana (Fuci), em artigo publicado por Fine Settimana, 21-05-2024. A tradução é de Luisa Rabolini.

Eis o artigo.

O mandado de prisão da Corte de Haia, tanto para os líderes do Hamas como para Netanyahu e Galant, faz valer um princípio muito importante: uma resposta não defensiva, mas hipervingativa e cruel contra civis inocentes, é crime de guerra como a agressão violenta e o massacre levado a cabo pelo Hamas em 7 de outubro.

A guerra e a superguerra não são defesa, mas uma duplicação e confirmação do mal contra a humanidade, toda ela ofendida, tal como nós nos sentimos ofendidos.

A defesa contra agressões deve ser exercida pela comunidade internacional com o critério da redução máxima da violência, e da rápida transição para a negociação e a mediação assistida, para uma paz justa e estável, na igualdade de direitos dos povos e dos indivíduos.

No meio da fúria cruel da guerra, a decisão de Haia é um vislumbre de razoabilidade e de justiça.

Leia mais