Crescem os casos de mortes de migrantes em rota de fuga

Foto: Forças de Defesa da Irlanda | Wikimedia Commons

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

16 Março 2024

Desde o início do Projeto Migrantes Desaparecidos, da Organização Internacional para Migrações (OIM), em 2014, o ano que passou foi o período mais mortal, em que mais ocorreram mortes registradas em rotas migratórias em todo o mundo: 8.565 pessoas perderam a vida em busca de alternativas, um aumento de 20% em comparação ao período anterior.

A reportagem é de Edelberto Behs.

O Mar Mediterrâneo continua sendo o maior túmulo de migrantes. Pelo menos 3.129 casos fatais e desaparecimentos foram registrados em 2023. Dos casos totais no mundo, mais da metade das mortes de migrantes em suas rotas da esperança resultou de afogamentos; 9% por acidentes de viação e 7% por violência.

Desde a criação do projeto, informa a ONU News, a OIM documentou mais de 63 mil mortes de migrantes no mundo.

Leia mais