“Os trabalhadores são sagrados”, afirma o Papa Francisco

(Foto: Rathish Gandhi | Unsplash)

Mais Lidos

  • Observando em perspectiva crítica, o que está em jogo no aceleracionismo é quem define o ritmo das questões sociais, políticas e ambientais

    Aceleracionismo: a questão central do poder é a disputa de ritmos. Entrevista especial com Matheus Castelo Branco Dias

    LER MAIS
  • Em decisão histórica, Senado rejeita nome de Messias ao STF

    LER MAIS
  • Entre a soberania, o neoextrativismo e as eleições 2026: o impasse do Brasil na geopolítica das terras raras. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

01 Setembro 2023

O Papa Francisco partiu no final da tarde de hoje, 31 de agosto, a bordo de um Ita Airbus A330. Ele se dirige à Mongólia, para uma viagem apostólica – a 43ª desde o início do seu pontificado – de cinco dias. A chegada ao Aeroporto Internacional Chinggis Khaan, em Ulaanbataar, está prevista para amanhã, às 10 horas locais.

A informação é publicada por Omnes, 31-08-2023.

No voo, como costuma acontecer, também embarcaram jornalistas que costumam acompanhar os acontecimentos do Vaticano. E foi com eles que Francisco comentou a tragédia ocorrida ontem à noite nos trilhos da estação Brandizzo, onde morreram cinco trabalhadores que trabalhavam nos trilhos, atropelados por um trem em alta velocidade. “Eu ouvi a notícia. Os acidentes de trabalho são uma calamidade e uma injustiça, é sempre por falta de cuidado”, afirmou. E concluiu: “Os trabalhadores são sagrados”.

Leia mais