Direitos iguais para homens e mulheres não podem esperar

(Foto: Lindsey LaMont | Unsplash)

Mais Lidos

  • Bayer escolhe Brasil para estrear complemento a agrotóxico mais polêmico do mundo

    LER MAIS
  • Na semana do Dia das Mães, a pesquisadora explica como o mercado de trabalho penaliza mulheres chefes de família com filhos e sem cônjuge

    Mães solo e os desafios do cotidiano: dificuldades e vulnerabilidades nos espaços públicos. Entrevista especial com Mariene de Queiroz Ramos

    LER MAIS
  • Matemático e filósofo reflete sobre a missão civilizatória das Ciências Humanas diante do desenvolvimento da Inteligência Artificial

    Universidade e o projeto de futuro das Big Techs: pensamento crítico versus inteligência como ‘utility’. Entrevista especial com Walter Carnielli

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

27 Janeiro 2023

Ao comemorar o Dia Internacional das Mulheres no Multilateralismo, no dia 25 de janeiro, a Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) vai focar a luta, este ano, contra o discurso de ódio, com ênfase particular no problema do assédio e da violência contra as mulheres no ambiente digital.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

O assunto é urgente, frisou a diretora-geral da Unesco, Audrey Azoulay, para a ONU News. Pesquisa da entidade mostrou que 73% das mulheres jornalistas, um dos grupos profissionais mais afetados, relataram ter sofrido violência online no trabalho.

Com esse Dia Internacional a Unesco quer enfatizar o papel essencial que mulheres desempenham na promoção dos direitos humanos, da paz e do desenvolvimento sustentável.

Outro propósito é combater as desigualdades de gênero em sua raiz e quebrar estereótipos arraigados no tecido social. No ritmo atual, registrou o Fórum Econômico Mundial, levaria mais de 130 anos para mulheres alcançarem a paridade com homens na sociedade. “Direitos iguais não podem esperar”, defendeu Azoulay.

Leia mais