Santa Sé: o Caminho sinodal alemão não pode tomar decisões doutrinais

Fachada da Basílica de São Pedro. (Foto: Reprodução | Vatican News)

Mais Lidos

  • Governo Trump retira US$ 11 mi de doações de instituições de caridade católicas após ataque a Leão XIV. Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • Procurador da República do MPF em Manaus explica irregularidades e disputas envolvidas no projeto da empresa canadense de fertilizantes, Brazil Potash, em terras indígenas na Amazônia

    Projeto Autazes: “Os Mura não aprovaram nada”. Entrevista especial com Fernando Merloto Soave

    LER MAIS
  • Para o sociólogo, o cenário eleitoral é moldado por um eleitorado exausto, onde o medo e o afeto superam os projetos de nação, enquanto a religiosidade redesenha o mapa do poder

    Brasil, um país suspenso entre a memória do caos e a paralisia das escolhas cansadas. Entrevista especial com Paulo Baía

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

22 Julho 2022

 

A declaração vaticana especifica que a iniciativa em andamento na Alemanha "não tem poder para obrigar bispos e fiéis" a "novas formas de governo e novas abordagens de doutrina e moral". Convida-se a entrar no caminho sinodal de toda a Igreja.

 

A informação é publicada por Vatican News, 21-07-2022.

 

A Santa Sé intervém no "Caminho Sinodal" alemão com uma declaração publicada no início da tarde desta quinta-feira, 21 de julho. "Para proteger a liberdade do Povo de Deus e o exercício do ministério episcopal, parece necessário especificar que o 'Caminho sinodal' na Alemanha não tem poder para obrigar bispos e fiéis a assumirem novas formas de governo e novas abordagens de doutrina e moral. Não seria lícito iniciar nas dioceses, antes de um acordo no âmbito de toda a Igreja, novas estruturas oficiais ou doutrinas, que seriam uma ferida à comunhão eclesial e uma ameaça à unidade da Igreja".

 

A declaração continua citando as palavras do Papa Francisco contidas na Carta ao Povo de Deus que está a caminho na Alemanha: "A Igreja universal vive nas e das Igrejas particulares, assim como as Igrejas particulares vivem e florescem na e da Igreja universal, e se se encontram separadas de todo o corpo eclesial, se enfraquecem, apodrecem e morrem. Daí a necessidade de manter sempre viva e eficaz a comunhão com todo o corpo da Igreja".

 

"Espera-se que as propostas do Caminho das Igrejas particulares na Alemanha confluam no caminho sinodal que a Igreja inteira está percorrendo, para um enriquecimento recíproco e um testemunho daquela unidade com a qual o corpo da Igreja manifesta sua fidelidade a Cristo Senhor".

 

Leia mais