Com aquecimento global, Brasil produzirá menos alimento e terá desequilíbrio de CO2 na Amazônia

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09 Agosto 2021

 

Além da floresta, regiões como o Centro-Oeste devem ter cenários de seca e incêndios amplificados, aponta o IPCC, painel de cientistas da ONU.

A reportagem é de Emilio Sant’Anna, publicada por O Estado de S. Paulo, 09-08-2021.

Segundo o relatório, caso as metas do Acordo de Paris (pacto climático que quase todos os países assumiram em 2015 para conter o aquecimento global) não sejam cumpridas e o planeta atinja 2ºC acima dos níveis pré-industriais ainda neste século, regiões como o Centro-Oeste do Brasil e a Amazônia serão fortemente afetadas. A postura negacionista de governos como o de Jair Bolsonaro (sem partido), que minimiza os impactos do desmatamento e fragiliza a fiscalização ambiental, tem preocupado especialistas.

Conforme o IPCC, na região central do continente, sob influência climática da chamada Monção Sul-americana, que sofreria forte alteração, as projeções apontam para o aumento das secas em meados do século 21. Isso afetará a produção agrícola, um dos principais motores da economia brasileira. Cenários com a maior frequência de incêndios e desertificação são também considerados de alta probabilidade. Na gestão Bolsonaro, o número de focos de incêndios em regiões como Amazônia, Pantanal e Cerrado disparou. Em 2020, o Cerrado brasileiro, assim como o Pantanal, registraram as piores queimadas já captadas pelos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia.

A íntegra da reportagem pode ser lida aqui.

 

Nota

 

Veja também a conferência proferida no início do ano no Instituto Humanitas Unisinos - IHU, em que a primeira parte é uma profunda e pertinente reflexão sobre o Novo Regime Climático.

 

 

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