Cardeal Müller também recua: “Não temos dois papas, existe apenas um, que é Francisco”

Papa Francisco e cardeal Gerhard Müller, em 2014. Foto: Paul Haring | Catholic News Service

Mais Lidos

  • Centenas de aeronaves americanas prontas para atacar. Forças russas e chinesas estão realizando exercícios com Teerã

    LER MAIS
  • Pesquisadora e autora do livro Capitalismo Gore, lançado recentemente no Brasil, analisa como a violência contra minorias políticas resulta de um embaralhamento entre patriarcado e lucratividade midiática que transforma líderes extremistas em chefes de estado

    O desafio de transcender o ódio, combustível da extrema-direita, para superar a teocracia midiática. Entrevista especial com Sayak Valencia

    LER MAIS
  • O que é o Conselho da Paz, que será inaugurado amanhã por Donald Trump, e quem participa dele?

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

15 Janeiro 2020

Depois da falsa polêmica dos dois Papas, o cardeal Gerhard Müller, prefeito emérito da Congregação para a Doutrina da Fé (e um dos principais opositores ao atual pontificado), deixou claro que o único Papa é Francisco, e que não supõe “nenhuma confusão” o fato de que convivam dois pontífices no Vaticano.

A reportagem é publicada por Religión Digital, 13-01-2020. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.

“Nenhuma confusão, não temos dois Papas, existe apenas um, que é Francisco. Fala-se papa emérito por cortesia, mas na realidade Bento XVI é bispo emérito”, destacou o purpurado alemão em uma entrevista ao jornal ‘Il Corriere dela Sera”.

Müller, que se ocupou de coordenar toda a obra de Teologia do Papa alemão, apontou, ainda, que não é “estranho” que o Papa emérito dê suas opiniões sobre temáticas que afetam a Igreja, apesar de que muitos especialistas tenham visto como uma ingerência as suas considerações sobre o celibato no sacerdócio antes da publicação da exortação apostólica pós-sinodal na qual Francisco pronunciar-se-á sobre a ordenação de homens casados para a região amazônica.

“O Papa tem o primado da unidade de todos os bispos. Também os eméritos participam no magistério da Igreja e junto tem a responsabilidade de serem dispensários da fé. Não há nada de estranho”, disse o cardeal.

Leia mais