Família: ''Processo de nulidade deve se tornar menos jurídico e mais pastoral''

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13 Novembro 2017

“O matrimônio é muito mais do que um contrato. O processo de nulidade deve se tornar menos jurídico e mais pastoral.” Foi o que disse o padre Paolo Gentili, diretor do Escritório para a Pastoral Familiar da Conferência Episcopal Italiana (CEI), durante a apresentação, em Roma, do livro Complici nel bene [Cúmplices no bem] (Ed. San Paolo), de Laura Viscardi e Claudio Gentili.

A reportagem é do Servizio Informazione Religiosa, 11-11-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

“Em 2015, foram 57.800 as separações de matrimônios religiosos e 2.500 os pedidos de nulidade, mas os outros 55.000 casos passaram sob uma verificação?”, perguntou-se o diretor do Escritório da CEI, que assinala a brevidade dos processos.

“O processo ordinário tem uma duração de um ano e meio, e é permitido se beneficiar do patrocínio gratuito, enquanto o processo breve deve durar até dois meses, quando ambas as partes estão conscientes de que esse matrimônio não existia porque tantos outros fatores intervieram.”

O Pe. Gentili enfatizou no seu discurso o papel “fundamental do acompanhamento”, consciente de que “a nulidade do matrimônio não é cortar uma folha” e de que, nessas fases, “vive-se a solidão”.

No pano de fundo, a Amoris laetitia, que “não é o fruto de um papa solitário, mas nasceu a partir de um caminho de povo e de Igreja”. Então, “é preciso se deixar ajudar, entrar na realidade concreta das pessoas”.

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