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Quem é Aleksandr Dugin, o filósofo russo apelidado de “cérebro de Putin”

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22 Agosto 2022

 

Sua filha, Darya Dugina, morreu ontem à noite na explosão de seu carro. Ele é considerado o inspirador da política externa do Kremlin: após os confrontos em Odessa em maio passado, ele havia convidado a "matar, matar, matar" os ucranianos.

 

A reportagem é de Marta Serafini, publicada por Corriere della Sera, 21-08-2022. A tradução é de Luisa Rabolini.

 

Kiev - Aparecia no número 244 da lista de 1.331 pessoas físicas sancionadas, como "autor de alto perfil da desinformação sobre a Ucrânia e a invasão russa da Ucrânia em várias plataformas on-line", bem como responsável por apoiar e promover políticas ou iniciativas de desestabilização da Ucrânia para comprometer ou ameaçar “a sua integridade territorial, a soberania e a independência”.

 

Darya Platonova Dugina, filha do ideólogo eurasiano Aleksandr Dugin que morreu na explosão do carro em que viajava perto da capital russa, tinha 30 anos, era formada em filosofia pela Universidade Estadual de Moscou e havia aprofundado seus estudos em neoplatonismo, mas também reivindicava como referências culturais Antonio Gramsci, Martin Heidegger e o sociólogo francês Jean Baudrillard.

 

Em 4 de junho passado ela foi incluída na lista das pessoas sancionadas pelo governo do Reino Unido (entre elas o magnata Roman Abramovic) por ter manifestado apoio ou promovido políticas a favor da agressão russa à Ucrânia.

 

Engajada na esteira de seu pai, em uma entrevista recente, concedida em maio passado ao jornal online geopolitika.ru, ela falou sobre a agressão russa contra a Ucrânia. Assumindo, sem surpresa, as posições de seu pai e a linha do Kremlin. “A situação na Ucrânia é realmente um exemplo de choque de civilizações; pode ser vista como um choque entre as civilizações globalista e eurasiana”, disse.

 

"Após ‘a grande catástrofe geopolítica’ (como o presidente russo definiu o colapso da URSS), os territórios do antigo país unido tornaram-se ‘fronteiras’ (zonas intermediárias) – aqueles espaços em que aumentou a atenção dos vizinhos, com a OTAN e sobretudo os Estados Unidos interessados em desestabilizar a situação nas fronteiras da Rússia”. Darya Dugina acrescentou: “Se as elites liberais ocidentais insistem tanto em apoiar Kiev e demonizar Moscou, é porque por trás disso há uma lógica de lucro. Tudo tem que ser questionado. Este é um princípio importante que nos permite manter um olhar lúcido. Na sociedade do espetáculo, da propaganda e da natureza totalitária dos sistemas ocidentais, a dúvida é um passo essencial para sair da caverna…”.

 

Aleksandr Dugin, 60, é um filósofo russo conhecido por suas opiniões antiocidentais, de extrema-direita e "neoeurasianas". Nos últimos anos, foi definido pelas mídias ocidentais como um dos inspiradores da política externa de Vladimir Putin, enquanto a imprensa russa o considera uma "figura marginal" por suas opiniões "consideradas radicais demais até mesmo pelos nacionalistas". Em 2014 – relata Russia Today - foi demitido da Universidade Estadual de Moscou após seu apelo para "matar, matar, matar" os ucranianos após os distúrbios de 2 de maio em Odessa, nos quais grupos neonazistas queimaram vivos mais de 40 pró-russos.

 

Apelidado de "eminência parda do Kremlin", "cérebro de Putin" ou "braço direito" do presidente russo, "força motriz" de sua política externa ou "o Rasputin de Putin", em referência ao místico Grigorii Rasputin, que teve forte influência sobre o czar Nicolau II da Rússia, Dugin, nascido em Moscou em 1962, de mãe médica e pai agente da KGB, fundador com Eduard Limonov do Partido Nacional Bolchevique, parece particularmente bem introduzido nos círculos militares, seus textos usados como manuais no academias das forças armadas.

 

Ele viaja frequentemente para o Irã e é ele que estava em Ancara durante a tentativa de golpe de 2016, que teria orquestrado a reaproximação de Vladimir Putin com a Turquia, a reconciliação com Recep Tayyep Erdogan, o presidente turco, após a derrubada de dois jatos russos empenhados na Síria. Assim, pelo menos, afirma Dugin. No centro de seu pensamento, ao lado da luta contra o liberalismo, está a Eurásia. Um pacto russo-islâmico, um império terrestre liderado pela Rússia, estendido ao Irã, Turquia e à Europa Oriental: essa é a missão da civilização russa, a ideia que justificaria a ambição de Moscou de retornar às antigas terras soviéticas, do Báltico ao Mar Negro, para restaurar o domínio sobre as populações não russas. Chegando depois - ao Oriente - à Manchúria e ao Tibete, à Mongólia e ao Oceano Índico. Talvez estabelecendo um protetorado sobre a União Europeia.

 

Durante a anexação da Crimeia em 2014, falando na televisão estatal, Vladimir Putin usou repetidamente a expressão "Novorossiya", Nova Rússia, para se referir ao alargamento natural da Federação inclusive para aqueles territórios que pertenciam formalmente à Ucrânia, mas que Moscou considerava seus por direito, em termos de história e composição demográfica, como também o Donbass. Uma expressão também usada pelo filósofo Aleksandr Dugin, emprestando-a no espírito da terminologia imperialista durante a era czarista.

 

Leia mais

 

  • A Santa Aliança do século XXI e o putinismo difuso como reações às manifestações por direitos sociais. Entrevista especial com Bruno Cava
  • Dugin e a Russia de Putin
  • Dugin e a civilização russa
  • Pesquisador americano analisa doutrina ideológica que une “gurus” de governos do Brasil, EUA e Rússia
  • Os Manuais do Kremlin justificam a “operação” na Ucrânia: “É uma luta contra o Ocidente sem Deus”
  • Católicos. A direita clerical e o choque de civilizações entre a “Terceira Roma” de Putin e o Mal ocidental
  • Do choque de civilizações à guerra por território

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