40 migrantes morreram de fome e sede: foram encontrados a bordo de um barco à deriva que não conseguiu chegar às Ilhas Canárias

Foto: Unsplash

Mais Lidos

  • Observando em perspectiva crítica, o que está em jogo no aceleracionismo é quem define o ritmo das questões sociais, políticas e ambientais

    Aceleracionismo: a questão central do poder é a disputa de ritmos. Entrevista especial com Matheus Castelo Branco Dias

    LER MAIS
  • Entre a soberania, o neoextrativismo e as eleições 2026: o impasse do Brasil na geopolítica das terras raras. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS
  • Em decisão histórica, Senado rejeita nome de Messias ao STF

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

18 Agosto 2021

 

Intervenção da guarda costeira mauritana que resgatou sete refugiados e descobriu os corpos a bordo. Os sobreviventes explicaram que, uma vez no mar, o motor do barco se quebrou e o barco foi deixado à mercê das ondas, sem comida nem água.

A informação é publicada por Repubblica, 17-08-2021. A tradução é de Luisa Rabolini.

A guarda costeira mauritana resgatou sete migrantes subsaarianos em um barco com destino às Ilhas Canárias, que há duas semanas haviam deixado a cidade marroquina de Tintane. Outras 40 pessoas morreram de fome e sede na mesma embarcação.

De acordo com o relatado à Efe de uma fonte de segurança na cidade costeira de Nouadhibou, onde o barco com os sobreviventes foi encontrado, os mortos seriam principalmente senegaleses e malianos. Os sobreviventes explicaram às autoridades mauritanas que, uma vez no mar, o motor do barco se quebrou e o barco ficou à mercê das ondas, sem comida e sem água.

 

Leia mais