40 migrantes morreram de fome e sede: foram encontrados a bordo de um barco à deriva que não conseguiu chegar às Ilhas Canárias

Foto: Unsplash

Mais Lidos

  • O Pentágono ameaçou o embaixador do Papa Leão XIV com o Papado de Avignon

    LER MAIS
  • Críticas do Papa a Trump foram um passo extraordinário, afirma jesuíta

    LER MAIS
  • Segundo o economista, “80% da população vive na precariedade e, mesmo que tenha melhorado, a condição de vida ainda não está boa”

    Eleições 2026: “Quem oferecerá a esperança de um futuro melhor?” Entrevista especial com Waldir Quadros

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

18 Agosto 2021

 

Intervenção da guarda costeira mauritana que resgatou sete refugiados e descobriu os corpos a bordo. Os sobreviventes explicaram que, uma vez no mar, o motor do barco se quebrou e o barco foi deixado à mercê das ondas, sem comida nem água.

A informação é publicada por Repubblica, 17-08-2021. A tradução é de Luisa Rabolini.

A guarda costeira mauritana resgatou sete migrantes subsaarianos em um barco com destino às Ilhas Canárias, que há duas semanas haviam deixado a cidade marroquina de Tintane. Outras 40 pessoas morreram de fome e sede na mesma embarcação.

De acordo com o relatado à Efe de uma fonte de segurança na cidade costeira de Nouadhibou, onde o barco com os sobreviventes foi encontrado, os mortos seriam principalmente senegaleses e malianos. Os sobreviventes explicaram às autoridades mauritanas que, uma vez no mar, o motor do barco se quebrou e o barco ficou à mercê das ondas, sem comida e sem água.

 

Leia mais