Propor vacinação só em março e alcançar no máximo 1/3 da população em 2021 é um crime

Foto: Governo do Estado de SP

Mais Lidos

  • Nova previsão de centro europeu aponta para El Niño sem precedentes na história

    LER MAIS
  • Para entender a indústria do Holocausto. Prefácio de Bruno Huberman

    LER MAIS
  • Teilhard de Chardin aponta para o que Leão XIV deixou passar na 'Magnifica Humanitas'. Artigo de Ilia Delio

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

03 Dezembro 2020

"O plano proposto de vacinação que parte da existência de uma única vacina e da ficção do Covax Facility é de um cartorialismo criminoso", afirma Gonzalo Vecina, fundador e ex-presidente da Anvisa, ex-secretário municipal de Saúde de São Paulo e professor do mestrado profissional da EAESP/FGV/USP, em artigo publicado por O Estado de S. Paulo, 03-12-2020.

Segundo ele, "ignorar que somente no País tivemos quatro vacinas em testes e provavelmente exitosas e que deveriam ter merecido um esforço de negociação do governo é inaceitável. Propor que iniciemos a vacinação em março e que no máximo alcancemos um terço da população em 2021 significa não realizar nenhum mínimo esforço de tentar oferecer alternativas à população. É uma pública capitulação. É um crime. Mesmo em Macondo. Cadê as luzes?"

A íntegra do artigo pode ser lida aqui.

Leia mais