Propor vacinação só em março e alcançar no máximo 1/3 da população em 2021 é um crime

Foto: Governo do Estado de SP

Mais Lidos

  • ​A estética grotesca dos EUA, seja do ponto de vista discursivo ou do belicismo tacanho, mostra um imperialismo que abandona qualquer subterfúgio retórico e revela ao mundo mais fragilidades do que forças

    O imperialismo está nu: era Trump retrata não a força do gigante do norte, mas sua decadência. Entrevista especial com Juliane Furno

    LER MAIS
  • O Brasil pode viver novo boom das commodities com a guerra?

    LER MAIS
  • Thiel leva suas palestras sobre o Anticristo à porta do Vaticano, e as instituições católicas recuam

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

03 Dezembro 2020

"O plano proposto de vacinação que parte da existência de uma única vacina e da ficção do Covax Facility é de um cartorialismo criminoso", afirma Gonzalo Vecina, fundador e ex-presidente da Anvisa, ex-secretário municipal de Saúde de São Paulo e professor do mestrado profissional da EAESP/FGV/USP, em artigo publicado por O Estado de S. Paulo, 03-12-2020.

Segundo ele, "ignorar que somente no País tivemos quatro vacinas em testes e provavelmente exitosas e que deveriam ter merecido um esforço de negociação do governo é inaceitável. Propor que iniciemos a vacinação em março e que no máximo alcancemos um terço da população em 2021 significa não realizar nenhum mínimo esforço de tentar oferecer alternativas à população. É uma pública capitulação. É um crime. Mesmo em Macondo. Cadê as luzes?"

A íntegra do artigo pode ser lida aqui.

Leia mais