Assistência farmacêutica em queda livre

Imagem: Panorama Farmacêutico

Mais Lidos

  • João Pessoa/PB em “alta”: turismo, mercado imobiliário e os problemas de viver. Artigo de Sérgio Botton Barcellos e Henry Santos

    LER MAIS
  • Para o sociólogo, vivemos tempos de anomalia. A sociedade pós-moderna “esfacelou as identidades sociais” e está difícil “ter uma percepção clara e objetiva do que está acontecendo”

    O momento é de ruptura dialética da historicidade social: “um eclipse total da lua”. Entrevista especial com José de Souza Martins

    LER MAIS
  • "O Cântico das Criaturas nos ajuda a defender a vida". Entrevista com Stefano Mancuso

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

20 Março 2019

O Inesc lançou ontem um estudo bem importante pra se entender como a austeridade está minando a assistência farmacêutica – mas nem de longe a indústria ou o consumo de remédios. Depois de grande alta em 2016, no ano seguinte o orçamento federal para programas de acesso a medicamentos caiu 14,4%, muito mais do que a queda geral do orçamento da Saúde, que foi 3% (isso logo após a emenda do Teto dos Gastos).

Mas as vendas das farmacêuticas continuaram de vento em popa e, também em 2017, cresceram 13%. Aliás, em 2021 o Brasil deve se tornar o quinto mercado mundial de medicamentos.

Quando o Outra Saúde conversou com a pesquisadora Evangelina Martich sobre os genéricos, ela observou que a demanda por medicamentos justamente é inelástica, ou seja, as pessoas consomem porque precisam, mesmo que precisem cair na pobreza para continuar comprando.

A informação é de Outra Saúde, 20-03-2019.

Apesar de cortar na assistência, o governo segue com crescentes subsídios ao setor. Que em tese deveriam se converter em preços mais baixos para o consumidor, mas isso não aconteceu. O resumo da ópera é o seguinte: Em 2017 o orçamento para a área caiu R$ 2,8 bilhões e foi para R$ 16,4 bi; o setor farmacêutico teve lucro de R$ 11,3 bi, e os gastos tributários anuais do governo com essa indústria são de R$ 9,5 bi. O documento completo está aqui.

Leia mais