IPCC: Candidatos propõem novos focos para o Painel

Mais Lidos

  • Observando em perspectiva crítica, o que está em jogo no aceleracionismo é quem define o ritmo das questões sociais, políticas e ambientais

    Aceleracionismo: a questão central do poder é a disputa de ritmos. Entrevista especial com Matheus Castelo Branco Dias

    LER MAIS
  • Entre a soberania, o neoextrativismo e as eleições 2026: o impasse do Brasil na geopolítica das terras raras. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS
  • Em decisão histórica, Senado rejeita nome de Messias ao STF

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

15 Setembro 2015

Durante o evento do IPCC no Brasil serão discutidos os focos do próximo relatório de avaliação. Desde a origem, o painel já fez cinco. O último, em 2014, trouxe 95% de certeza de que a culpa pelas mudanças climáticas é do homem. Agora há novos desafios.

O texto é de Giovana Girardi, publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo, 14-09-2015.

Para Thomas Stocker, há várias questões a serem resolvidas. “Um tomador de decisões precisa saber quão mais frequente será o El Niño, ou as ondas de calor, ou a incidência de secas ou de ciclones. Para isso, ainda não temos respostas definitivas.”

Chris Field propõe três focos. “A preocupação tem de deixar de ser o problema para ser a solução. Precisamos de um entendimento mais profundo dos riscos e de novos trabalhos na interface entre mitigação, adaptação e desenvolvimento sustentável.”

Jean-Pascal van Ypersele sugere abordagem similar. “O novo relatório deveria oferecer uma melhor compreensão sobre como construir caminhos resilientes ao clima, trajetórias socioeconômicas que sejam sustentáveis e levem em conta tanto o clima quanto o desenvolvimento.”