República Dominicana. Igreja católica diz que país vive “uma caçada humana” e pede ao governo para freá-la

Mais Lidos

  • Em vez de as transformações tecnológicas trazerem mais liberdade aos humanos, colocou-os em uma situação de precarização radical do trabalho e adoecimento psicológico

    Tecnofascismo: do rádio de pilha nazista às redes antissociais, a monstruosa transformação humana. Entrevista especial com Vinício Carrilho Martinez

    LER MAIS
  • A Espiritualidade do Advento. Artigo de Alvim Aran

    LER MAIS
  • Desatai o futuro! Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS

Revista ihu on-line

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Entre códigos e consciência: desafios da IA

Edição: 555

Leia mais

Por: André | 31 Agosto 2015

A Igreja católica, escandalizada com a desbordante criminalidade e delinquência no país, afirma que a República Dominicana está vivendo neste momento “uma caçada humana” e pede ao governo para freá-la.

A reportagem é de Luis Brito e publicada pelo jornal dominicano El Nuevo Diario, 27-08-2015. A tradução é de André Langer.

Afirma que a sociedade dominicana encaminha-se ao precipício em consequência dos altos níveis de insegurança cidadã que quebrou a paz e a tranquilidade.

O catolicismo nacional aborda sobretudo os fatos criminosos e delitivos através de um dos seus órgãos de difusão, o jornal Camino, de circulação semanal.

Na edição que circulará no fim de semana Camino escreve um editorial sobre a insegurança cidadã, tendo como centro do comentário a morte a tiros, na madrugada do dia 21 de agosto, da jovem Franchesca Lugo, em uma tentativa de roubo no Malecón da capital.

“Senhores do Governo, já é hora de frear esta caçada humana”, pontualiza o editorialista do jornal oficial da Igreja católica do país.

Censura também a participação de agentes policiais na execução de crimes e delitos, o que constitui um “horror”.

Deplora que pessoas que são chamadas para cuidar, proteger e pôr ordem na sociedade acabem fazendo o contrário.

“Quando uma sociedade chega a estes níveis de decomposição estamos à beira do precipício”, precisa sobre o particular.

O editorial termina implorando que a morte de Franchesca seja a última que os dominicanos registrem, como consequência da delinquência. “Que a tua memória nos leve a trabalhar pela paz”, pede.