Maradiaga denuncia a “impunidade” dos que quebram a paz e a justiça em Honduras

Mais Lidos

  • Após uma catástrofe, existem três caminhos, explica um dos criadores do termo resiliência: continuar como antes, votar em um ditador que promete segurança ou evoluir e renascer

    “Não se pode debater com fanáticos como Trump. Se você não pensa como ele, você é um idiota”. Entrevista com Boris Cyrulnik, neuropsiquiatra

    LER MAIS
  • Sobre a possibilidade de um golpe de Estado. Artigo de Jean Marc von der Weid

    LER MAIS
  • Para a pesquisadora, o design das plataformas deixou de ser apenas uma escolha estética de interface e se tornou o principal ator tecnopolítico das Big Techs, moldando o comportamento dos usuários e impactando diretamente o debate democrático

    Economia da atenção: o design algorítmico a serviço da estetização da política. Entrevista especial com Anna Bentes

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: André | 04 Junho 2013

“Como necessitamos de um Melquisedec hoje em Honduras que nos traga paz!”, proclamou neste domingo o cardeal Óscar Andrés Rodríguez Maradiaga durante a sua homilia, na qual denunciou a falta de paz e de justiça que há nesse país, diante da “impunidade” dos criminosos.

A reportagem está publicada no sítio espanhol Religión Digital, 03-06-2013. A tradução é do Cepat.

O cardeal explicou aos fiéis que Melquisedec significa “meu rei é justiça” e é isso que faz falta em Honduras diante da onda de violência que converteu este país centro-americano no mais violento do mundo.

Melquisedec era sacerdote e rei, e é um símbolo das melhores aspirações e esperanças dos seres humanos, um encontro vivo de paz e justiça, a cidade se apresenta aberta às melhores relações humanas onde se recebe o peregrino, onde as armas foram esquecidas, como necessitamos de um Melquisidec hoje em Honduras que nos traga essa paz, justiça e perdão de que tanto necessitamos!”, argumentou.

O cardeal hondurenho reiterou que “como necessitamos cura em nossa Honduras, não só porque enfrentamos um surto de dengue e outras doenças, mas porque necessitamos cura para os que vivem sem eucaristia, assim que precisamos fazer propósitos”.

Nesse sentido, afirmou que só inculcando a fé e o amor de Deus em seus filhos, o mundo poderá ser diferente já que “vivemos em uma sociedade de consumo, onde tudo se apresenta como compra e venda e quem não tem é como se não existisse”, lamentou.

Acrescentou que “a vida Deus no-la deu não para fazer dinheiro, nem para consumir, e é por isso que a vida se torna sem sentido”.