“Queridos sacerdotes, os sacramentos não podem ser vendidos”

Mais Lidos

  • Jesuíta da comunidade da Terra Santa testemunha o significado da celebração da Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo em uma região que se tornou símbolo contemporâneo da barbárie e do esquecimento humano

    “Toda guerra militar é uma guerra contra Deus”. Entrevista especial com David Neuhaus

    LER MAIS
  • Cemaden alerta para risco de “desastre térmico” no Brasil com El Niño

    LER MAIS
  • A ressurreição no meio da uma Sexta-feira Santa prolongada. Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 30 Outubro 2012

“Queridos irmãos sacerdotes, assim não vale: os sacramentos não estão à venda e sua celebração não se pode dar em troca de dinheiro”. A poucos dias da festa dos Santos e dos defuntos, o vice-presidente da Conferência dos Bispos das Filipinas escreveu uma carta com tons enérgicos aos sacerdotes de seu país, porque foram muitas as indicações que chegaram ao escritório de Dom Sócrates Villegas sobre um comércio que não respeita as determinações da Igreja. “O tráfico de coisas espirituais em troca de dinheiro é simonia, portanto, é um pecado”, destacou o arcebispo.

A reportagem é de Mauro Pianta e está publicada no sítio Vatican Insider, 28-10-2012. A tradução é do Cepat.

Também indicou que não deveria haver nenhuma distinção nem prejuízos entre ricos e pobres, entre os que são considerados “próximos” ou não aos sacerdotes na hora de administrar os sacramentos e as bênçãos. O religioso recordou particularmente que está “proibido receber doações pela bênção individual dos túmulos”. Mesmo por parte daqueles que são considerados “benfeitores” da Igreja.

“A comemoração anual dos defuntos – concluiu Villegas – é uma das tradições mais queridas pelos católicos filipinos. Deixemos que esta pia tradição nos conduza, a nós e à nossa grei, pela via da santidade”.