“É impossível dialogar com as atuais autoridades da PUCP”, afirma Cipriani

Mais Lidos

  • O Papa descreve o Concílio Vaticano II como a "estrela polar do caminho da Igreja" e apela ao progresso na "reforma eclesial"

    LER MAIS
  • “A memória sem cérebro desafia a associação quase automática entre memória e sistema nervoso central”, exemplifica o pesquisador

    Os mistérios mais atraentes da neurobiologia vegetal são os que questionam as categorias do pensamento moderno. Entrevista especial com Guilherme Soares

    LER MAIS
  • No capitalismo mafioso Nicolás Maduro veste Nike. Artigo de Ivana Bentes

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 23 Agosto 2012

Em meio à polêmica envolvendo a não aceitação da Pontifícia Universidade Católica do Peru (PUCP) de adequar seus estatutos à Constituição Apostólica Ex Corde Ecclesiae, o arcebispo de Lima, cardeal Juan Luis Cipriani, considerou que se tornou “impossível” continuar dialogando com as autoridades da universidade.

A reportagem está publicada no sítio espanhol Religión Digital, 21-08-2012. A tradução é do Cepat.

“É muito forte dizê-lo, mas creio que as atuais autoridades tornam muito difícil, senão impossível (o diálogo), depois dos insultos e erros que cometeram ao maltratar o secretário de Estado, que é o homem de confiança do Papa, e ao ter insultado o cardeal por gosto”, disse.

Consultado, além disso, sobre a possibilidade de nomear um reitor interino para baixar o tom do conflito entre a universidade e a Igreja, Cipriani deixou a decisão nas mãos dos “ex-alunos, antigos professores e estudantes que querem que sua universidade continue funcionando”.

“Creio que essas atitudes tornam impossível continuar dialogando com estas pessoas, e creio que isso (a decisão) está nas mãos não dos rapazes que fazem política, mas da grande família da Universidade Católica”, disse.

“A Igreja quer aproximar todos os alunos da fé católica respeitando até o último (...) A proposta da educação católica não é um atentado à autonomia. Creio que se produziu um enfrentamento inútil por parte das atuais autoridades que não souberam administrar a situação. Faço um apelo ao senso comum dos alunos, não ao diálogo, mas à obediência”, sustentou.