Evangélicos condenam declarações de ministro

Mais Lidos

  • O Papa descreve o Concílio Vaticano II como a "estrela polar do caminho da Igreja" e apela ao progresso na "reforma eclesial"

    LER MAIS
  • Papa Leão XIV: Um golpe nos poderosos

    LER MAIS
  • “A memória sem cérebro desafia a associação quase automática entre memória e sistema nervoso central”, exemplifica o pesquisador

    Os mistérios mais atraentes da neurobiologia vegetal são os que questionam as categorias do pensamento moderno. Entrevista especial com Guilherme Soares

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

14 Fevereiro 2012

A bancada evangélica no Congresso Nacional prepara uma marcha "a favor da vida" e uma ação na Justiça contra o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral).

A informação é do jornal Folha de S. Paulo, 14-02-2012.

Deputados e senadores estão descontentes com as declarações de Carvalho no Fórum Social Mundial. Em palestra, ele disse que o Estado deve fazer uma disputa ideológica pela "nova classe média", que estaria sob hegemonia de setores conservadores.

"Lembro aqui, sem nenhum preconceito, o papel da hegemonia das igrejas evangélicas, das seitas pentecostais, que são a grande presença para esse público que está emergindo", disse.

O senador Magno Malta (PR-ES) disse que o ministro foi intolerante: "Somos gente boa só no processo eleitoral? Queremos uma agenda oficial com a presidente Dilma para que nos escute, porque este não deve ser o comportamento de um ministro".

Gilberto Carvalho negou que tenha feito ataques aos evangélicos e diz que foi mal compreendido. Hoje a bancada irá definir o dia da marcha em Brasília e os termos da ação contra Carvalho.

Os congressistas também vão discutir o kit anti-homofobia da pasta da Educação e as declarações da ministra Eleonora Menicucci (Mulheres) favoráveis ao aborto.