Luta contra a pedofilia: papa financia centro de formação de religiosos

Mais Lidos

  • Ciclo de estudos “Inteligência Artificial e Humanidades. O pensamento crítico na era algorítmica

    Inteligência artificial e humanidades: desafios do pensamento crítico na era algorítmica

    LER MAIS
  • Inteligência artificial e o papel das humanidades. Pensamento crítico na era algorítmica. Artigo de Carl A. Raschke

    LER MAIS
  • Movimento político de viés nazifascista do Brasil dos anos 1930,  tríade integralista do século XXI mantêm-se de pé com a adição de um quarto pilar, a mentira

    Deus, Pátria, Família e Mentira: os pilares de um passado irreal e jamais realizado. Entrevista com Paulo Schiller

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

11 Fevereiro 2012

Trata-se de um instrumento de educação à distância moderno e fácil de usar, para difundir uma cultura da escuta.

A reportagem é do sítio Vatican Insider, 09-02-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Bento XVI decidiu financiar com uma grande soma de dinheiro a criação de um centro para a formação de religiosos especialistas e de voluntários para a proteção de menores nas paróquias, nos oratórios e nas escolas católicas.

A confirmação foi feita pelo padre François-Xavier Dumortier (foto), reitor da Pontifícia Universidade Gregoriana, na coletiva de imprensa de encerramento do Simpósio Internacional Rumo à cura e à renovação.

Trata-se, explicou o religioso, de um instrumento de e-learning moderno e fácil de usar para difundir uma cultura da escuta e tornar acessíveis a reflexão dos especialistas mais respeitados e as melhores práticas de gestão dos abuso. Desse modo, "invertemos a rota com relação à cultura do silêncio e do encobrimento".

O centro, revelou o reitor, "é fruto de uma colaboração com a universidade alemã de Ulm para dar uma resposta internacional a um fenômeno que não se limita a uma nação. A iniciativa não tem só um objetivo didático ou de busca de respostas globais. Queremos demonstrar que, como universidade pontifícia, pretendemos dar passos à frente pelo bem de toda a Igreja".