Anglicanos: para Primaz anglicano, o Papa não obstaculizou o diálogo

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

14 Setembro 2011

O ordinariato criado por Bento XVI para permitir que as comunidades anglicanas que desejam reingressar na Igreja católica possam manter suas tradições, tanto no plano litúrgico como no disciplinar (incluídos os pastores uxorados), "não trouxe problemas para o diálogo ecumênico".

A reportagem está publicada no sítio Vatican Insider, 12-09-2011. A tradução é do Cepat.

A afirmação é do primaz anglicano Rowan Williams em uma declaração divulgada pelo Serviço de Informação Religiosa por ocasião do encontro organizado pelo Movimento dos Focolares, que reuniu em Londres 31 bispos de 15 Igrejas diferentes. O primaz anglicano explicou que "existe uma grande colaboração com o arcebispo católico de Londres, Nichols".

Sempre buscamos participar juntos das conferências mais importantes e nos acontecimentos públicos. De fato, o ordinariato não afetou em nada a nossa amizade". Com relação ao Anglican communion covenant, o pacto que as diferentes Igrejas anglicanas deveriam aprovar como novo método de comunhão, o Dr. Williams disse que "deverá permitir a cada Igreja seguir o mesmo método de discernimento para resolver as situações controversas".