Dilma faz mea culpa diante de centrais sindicais

Mais Lidos

  • “Permitir a instalação de um empreendimento com essa magnitude de demanda sem uma avaliação climática rigorosa significa aprofundar a vulnerabilidade territorial já existente”, afirma a advogada popular

    Data centers no RS e as consequências de sua implementação. Entrevista especial com Marina Dermmam

    LER MAIS
  • Inteligência Artificial e o empobrecimento da Igreja como centro de dados. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS
  • Companhias aéreas europeias começam a cortar voos devido à guerra no Irã: Lufthansa anuncia 20 mil cancelamentos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

04 Agosto 2011

"Vocês tem razão em relação à crítica, nós vamos melhorar esse método e não chamar vocês apenas para informar as medidas, mas construir um processo coletivo de discussão das medidas antes delas serem anunciadas". A afirmação é da presidenta Dilma Roussef em reunião com as centrais sindicais.

O presidente da CUT, Artur Henrique, em entrevista ao sítio do jornalista Luiz Carlos Azenha, 04-08-2011, relata o mea culpa da presidenta:

"Queria te dar uma informação absolutamente nova, que acabou de acontecer uma nova reunião em Brasília com as centrais sindicais e os ministros, para dar continuidade a esse debate e tivemos a participação da presidente da República, a Dilma compareceu à reunião, fez um mea culpa, vamos dizer assim, dizendo, olha, vocês tem razão em relação à crítica, nós vamos melhorar esse método e não chamar vocês apenas para informar as medidas, mas construir um processo coletivo de discussão das medidas antes delas serem anunciadas, já orientei isso aos ministros,então quero aqui dizer que vocês tem toda a razão de não ter sido chamados com antecedência para a negociação, acho que foi um erro nosso que não pode permitir que continue, mas quero dizer a vocês que nem os empresários, eles também reclamam que a gente não conseguiu fazer a conversa com os empresários, então, eu já orientei os ministros que nós precisamos mudar esse método e construir um diálogo mais permanente, um dialógo mais… que fortaleça essa negociação e esse olhar da participação de trabalhadores, de empresários e do governo nas políticas que nós estamos implementando".