Queimadas em MS podem ter relação com morte de peixe

Mais Lidos

  • Escravidão moderna, trabalhadores desprotegidos e precarização universalizada. Entrevista com Reginaldo Ghiraldelli

    LER MAIS
  • Médico defende cuidados paliativos no fim da vida e amenização total da dor em pacientes terminais. “O alívio deve ser na dor total: física, espiritual e emocional”, diz

    Cuidados paliativos: 86% das pessoas que precisam de auxílio no fim da vida são abandonadas. Entrevista especial com Angelo Atalla

    LER MAIS
  • A emergência de uma cultura livre na era da IA depende de restituir os comuns digitais que hoje vêm sendo capturados sem nenhuma contrapartida por parte das grandes plataformas digitais

    Desnaturalizar a IA é trazer à superfície sua estrutura fundada no trabalho comum. Entrevista especial com Leonardo Foletto

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

31 Janeiro 2011

Cardumes de pintados, pacus, dourados, cacharas e até arraias estão boiando mortos no Rio Negro, em Aquidauana, no Pantanal de Mato Grosso do Sul. A Polícia Militar Ambiental estima a mortandade em várias toneladas de peixes, mas ainda não tem a dimensão total do desastre.

A reportagem está publicada no jornal O Estado de S. Paulo, 01-02-2011.

O biólogo Roberto Gonçalves Machado, do Instituto Estadual de Meio Ambiente, constatou ontem pela manhã a ocorrência do fenômeno considerado de grande proporção, depois de voar sobre a região da sub-bacia do Rio Negro. No local, considerado um dos berçários de reprodução de peixes pantaneiros, a pesca é proibida.

Entre os sintomas verificados durante a mortandade está o fato de que os peixes agonizaram com a cabeça fora de água em busca de ar, por causa da falta de oxigênio na água.

Essa deficiência é consequência do grande volume de cinzas produzidas pelas queimadas, que é levada pelas enxurradas para o leito dos rios pantaneiros.