Brasil precisa reforçar o tratado contra poluição plástica marinha

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24 Abril 2024

O pedido foi enviado por mais de 70 entidades e cientistas a variados Ministérios e à Casa Civil da Presidência da República.

A informação é de Aldem Bourscheit, publicada por ((o))eco, 09-04-2024.

Mais de 70 entidades ambientalistas e cientistas esperam que o Brasil assuma sua grande responsabilidade e contribua efetivamente para conter a poluição plástica. O país deixa chegar anualmente estimadas 325 mil toneladas desses resíduos a praias e ao Atlântico.

O manifesto foi enviado a várias pastas federais e à Casa Civil da Presidência da República e remete à penúltima rodada de negociações do Tratado Global Contra a Poluição Plástica, que acontece de 23 a 29 de abril em Ottawa, capital do Canadá.

O Brasil tem uma Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) desde 2010, mas suas diretrizes são vagas e algumas iniciativas são aplicadas apenas em nível subnacional, em estados ou municípios, destaca o manifesto, que pode ser conferido aqui.

O documento lembra que esse lixo afeta a vida marinha e humana, pois microplásticos poluem o sangue, a placenta, o pulmão e outros órgãos. Também ampliam o risco de ataques cardíacos, afetam os sistemas endócrino, imunológico, renal e respiratório, podem causar câncer e danos neurológicos.

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