Desmatamento no Cerrado bate recorde no primeiro semestre

Foto: Marcelo Camargo | Agência Brasil

Mais Lidos

  • Conhecer Jesus. Artigo de Eduardo Hoornaert

    LER MAIS
  • Freira de 82 anos é morta em convento brasileiro

    LER MAIS
  • Para o pesquisador e membro do coletivo Aceleracionismo Amazônico, é necessário repensar radicalmente as possibilidades políticas tributárias de um paradigma prenhe de vícios modernos

    Pensar de modo abolicionista produz uma ética da generosidade. Entrevista especial com Bräulio Marques Rodrigues

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

05 Julho 2023

Entre janeiro e junho, bioma perdeu área equivalente à cidade de Cuiabá, oitava maior capital do país, em termos territoriais. Queimadas também cresceram.

A reportagem é de Fernanda Soares, publicada por ((o))eco, 04-07-2023.

Dados preliminares do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) indicam novo recorde de desmatamento no Cerrado durante o primeiro semestre de 2023. Entre 1º de janeiro e 24 de junho – data da última aferição do INPE – foram gerados alertas para 4.114 km², área equivalente à cidade de Cuiabá, a oitava maior capital do país em termos territoriais.

A cifra é a maior da série histórica do INPE para o bioma, iniciada em 2019.

Desmatamento no Cerrado no primeiro semestre (Fonte: ((o))eco | Reprodução)

Segundo a Sala de Situação, outra ferramenta de dados geográficos do INPE, ao menos nos últimos três meses o desmatamento ficou concentrado nos estados do Maranhão, Bahia e Tocantins, respectivamente.

Queimadas acima da média

Além do desmatamento, o bioma também manteve altos números de focos de calor.

De janeiro a junho de 2023, o número de focos computado pelo INPE foi praticamente igual ao ano anterior: 10.331 focos este ano, contra 10.869 em 2022.

Em quatro desses seis meses, no entanto, o número de focos foi maior que o período anterior e, em todos eles, acima da média para o mês.

Tocantins, Maranhão e Mato Grosso aparecem nos primeiros lugares do ranking de estados com maior número de focos.

Leia mais