O inesperado e relevante discurso do Papa Francisco proferido no domingo, 02-10-2022

O Angelus na Praça São Pedro. (Foto: Vatican Media)

Mais Lidos

  • Quando a Igreja perde seus ministros: notas teológico-pastorais sobre a desistência presbiteral. Artigo de Eliseu Wisniewski

    LER MAIS
  • Pesquisadores refletem sobre possíveis riscos e efeitos do El Niño em 2026 à luz das enchentes de 2024 e das ações realizadas pelo poder público nos últimos dois anos

    El Niño no RS: probabilidade de cheias é dobrada, mas há incerteza sobre a magnitude do fenômeno climático. Algumas análises

    LER MAIS
  • “Discursos desse tipo ameaçam a democracia de forma evidente, são discursos que criam desconfiança nas instituições, em um país como o Brasil, onde a democracia não voltou há muito tempo”, afirma o pesquisador

    Polarização política brasileira e o extremismo disfarçado de encanto. Entrevista especial com Paolo Demuru

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

03 Outubro 2022

 

O Papa Francisco, em um discurso inesperado e relevante, antes da recitação do Angelus, neste domingo, 2 de outubro, disse textualmente:

 

"O meu apelo dirige-se, em primeiro lugar, ao presidente da Federação Russa, pedindo-lhe que pare, também por amor ao seu povo, essa espiral de violência e morte. Por outro lado, aflito pelo enorme sofrimento da população ucraniana na sequência da agressão sofrida, dirijo um apelo igualmente confiante ao presidente da Ucrânia para que esteja aberto a propostas sérias de paz."

 

Não acontecia há 9 anos, desde que o Papa Francisco, eleito Bispo de Roma em 13 de março de 2013, dedicou seu discurso no Angelus ao drama da guerra na Síria, uma ferida ainda viva e sangrando. Era o domingo, 1 de setembro de 2013.

 

Leia mais