Mais de 40% da água se perde antes de chegar ao brasileiro

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01 Junho 2022

 

Norte e Nordeste têm as maiores taxas de perda de água; em São Paulo, taxa é de 34%. O labirinto de canos que faz a água cair pela sua torneira é cheio de armadilhas, que levam embora litros e litros de líquido. As perdas no país chegam a mais de 40%, segundo o levantamento anual pelo Instituto Trata Brasil, divulgado nesta quarta-feira (1º).

 

O percentual elevado se traduz em uma quantidade de água suficiente para abastecer cerca de 66 milhões de brasileiros, no período de um ano. É o dobro do número de pessoas que não têm acesso a água no país, aponta o instituto.

 

A reportagem é de Phillippe Watanabe, publicada por Folha de S. Paulo, 01-06-2022.

 

É também possível visualizar essa perda de água de outros modos. O sistema cantareira, reservatório de água essencial para abastecimento de São Paulo, teria os seus metros cúbicos totalmente perdidos sete vezes em um único ano, considerando o volume de perda de líquido total que ocorre no Brasil.

 

O número inicial deste texto diz respeito ao índice de perda na distribuição considerando todo o Brasil, um percentual que vem crescendo ano após ano e diz respeito à relação entre o volume de água produzido e o consumido. De 38,1% em 2016, chegou aos mais de 40% em 2020, ano-base para os dados brasileiros da pesquisa.

 

Ao olhar para as taxas de extravio de água nas regiões do país, a Norte é a que tem a maior perda na distribuição, superior a 51%, seguida pela região Nordeste, com 46%.

 

"Além disso, essas regiões também são aquelas que possuem os piores indicadores de atendimento de água, coleta e tratamento de esgoto", diz o relatório.

 

O Centro-Oeste é a região com menor perda, 34%. Sudeste e Sul têm, respectivamente, 38% e 36%. O trio de estados que lidera a perda de água na distribuição é composto de Amapá, Acre e Roraima, com, respectivamente, 74%, 62% e 60% de extravio.

 

Em São Paulo e no Distrito Federal, os índices são de cerca de 34%, abaixo da média nacional (o que é positivo, considerando que se perde menos água).

 

O Rio de Janeiro, por sua, está acima da média brasileira de perda de água, com registro de 46%, ou seja, pouco menos da metade da água potável produzida pela empresa de abastecimento desaparece (além de vazamentos, estão computadas ligações de água ilegais, por exemplo).

 

A íntegra da reportagem pode ser lida aqui.

 

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