Como conter a curva no Brasil? Onde a epidemiologia e a economia se encontram

Arte: Pixabay

Mais Lidos

  • Duas antropologias em oposição pressupostas na IA. Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS
  • “Dados indicam que a Amazônia se aproxima cada vez mais de um ponto de não retorno, principalmente como resultado da combinação entre o desmatamento acumulado no sistema, as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global e os vários fatores de degradação florestal”, afirma o pesquisador

    Capacidade de recuperação da Amazônia é limitada: centro do mundo encontra-se ameaçado por práticas predatórias e ilegais. Entrevista especial com Bernardo Flores

    LER MAIS
  • Ecofeminismo: corpo, religião e educação na cidade. Entrevista com Ivone Gebara

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

27 Março 2020

O Instituto de Estudos para Políticas de Saúde – IEPS publicou a nota técnica sobre como conter a curva do novo coronavírus no Brasil, março de 2020.

“Embora a recomendação pelas restrições de mobilidade seja clara, e sua efetiva implementação urgente, no caso brasileiro o desafio se mostra particularmente complexo. Em primeiro lugar, a população brasileira enfrenta enorme vulnerabilidade socioeconômica. Cerca de 66 milhões de pessoas vivem em domicílios com renda per capita abaixo de meio salário-mínimo, 26 milhões estão ocupadas no mercado de trabalho como trabalhadores por conta própria, sendo 19,3 milhões deles informais. Neste contexto, restrições à mobilidade por um tempo prolongado podem agravar a pobreza, ou simplesmente serem ineficazes, pois milhões de pessoas continuariam a recorrer ao trabalho informal devido à falta de alternativas”, informa a nota.

O texto foi elaborado por Beatriz Rache, Letícia Nunes, Rudi Rocha, Miguel Lago e Arminio Fraga e pode ser lido aqui.

Leia mais